Emanuel Câmara não comenta votações de Carlos Pereira e de Luís Vilhena

15 Jul 2018 / 14:30 H.

O presidente do PS-M desculpou-se esta tarde com facto de estar na qualidade de edil do município do Porto Moniz, precisamente na 63.ª edição da Feira Agropecuária, para poder ‘escapar’ às perguntas dos jornalistas e não tecer quaisquer comentários à posição tomada pelos dos dois deputados madeirenses eleitos à Assembleia da República [Luís Vilhena e Carlos Pereira] que votaram contra a proposta do parlamento madeirense que pretende uma revisão do actual modelo de Subsídio Social de Mobilidade, e acabaria por ser aprovada com os votos dos restantes partidos.

Emanuel Câmara tem sido desafiado, particularmente pelos social-democratas, para que se pronuncie sobre o resultado da votação do Subsídio Social de Mobilidade, que preconiza o pagamento do valor de apenas 86 euros (65 euros/estudantes) para os residentes que queiram viajar para o continente, mas, uma vez mais, o líder do PS-M contornou a polémica.

“Não vou prestar declarações partidárias. Estou como presidente da Câmara e a acompanhar o presidente do Governo Regional. Não levem a mal, compreendo o vosso trabalho, mas esta é a minha posição”, reagiu tendo a seu lado o presidente do Executivo insular e simultaneamente líder do PSD-M.

Minutos depois o socialista lembrou que o seu Partido já tecera, através do secretário-geral João Pedro Vieira, declarações públicas, clarificando a posição da estrutura na Região sobre o resultado da votação.

A proposta da Assembleia Legislativa foi viabilizada pelos votos de todos os deputados, com excepção dos do PS, onde se inclui os eleitos pela Madeira, Carlos Pereira e Luís Vilhena.

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