Três treinadores portugueses desafiam reinado parisiense na liga francesa

08 Ago 2019 / 05:28 H.

Leonardo Jardim, Paulo Sousa e André Villas-Boas vão desafiar o reinado do Paris Saint-Germain na Liga francesa de futebol, que dura há duas temporadas.

O Mónaco foi a última equipa a ‘roubar’ o título aos parisienses, em 2016/17, então sob o comando de Leonardo Jardim, que voltou ao clube depois de Thierry Henry ter iniciado a época passada, quando acabou o campeonato na aflitiva 17.ª posição, a primeira acima dos lugares de descida.

Gelson Martins, Rony Lopes e Gil Dias formam o contingente português dos monegascos, que contam ainda com os consagrados Falcao, Fàbregas e Glik para contrariar o favoritismo do todo-poderoso Paris Saint-Germain.

O alemão Thomas Tuchel é o treinador da constelação de ‘estrelas’ liderada por Mbappé e Neymar, depois de um verão em que ambos foram dados como reforços dos maiores clubes espanhóis, e abrilhantada por Verratti, Di Maria, Cavani, Herrera e Draxler, depois do regresso do veterano guarda-redes Buffon à Juventus.

O domínio da formação da capital tem sido avassalador, com a conquista de seis dos seus oito títulos de campeão nos últimos sete anos, período em que conquistou ainda quatro Taças de França, outras tantas Taças da Liga francesa e sete Supertaças.

O Lille e o Lyon, agora sob orientação do brasileiro Sylvinho, procuram repetir os apuramentos para a Liga dos Campeões, conseguidas com os segundo e terceiro lugares, respetivamente, na época passada.

José Fonte, Tiago Djaló e Xeka são algumas das ‘armas’ do Lille, que vendeu Rafael Leão ao AC Milan, enquanto o guarda-redes Anthony Lopes é um dos esteios do Lyon.

É, aparentemente, nesta luta que deve aparecer o Mónaco e o Marselha, com André Villas-Boas ao ‘leme’, depois de uma pausa de praticamente dois anos na carreira, contando com o reforço argentino Dario Benedetto.

Já Paulo Sousa, que levou o Bordéus a terminar no modesto 14.º lugar, pode candidatar-se aos restantes lugares ‘europeus’, juntamente com Rennes, Nice e Saint-Étienne, ainda recordista de títulos com 10 cetros de campeão, apesar de não erguer o troféu desde 1981.

Metz e Brest, após uma e cinco épocas de ausência, regressaram ao principal escalão, depois de superarem, entre outros, o Troyes, então orientado por Rui Almeida, atual treinador do Caen.