Smartphone novo? Cinco cuidados para evitar danos desde o primeiro dia
Quedas, riscos no ecrã, danos nas câmaras e contacto com líquidos continuam entre os problemas mais frequentes. Há alguns cuidados simples que podem prolongar a vida útil do equipamento — e até ajudar a preservar o valor numa futura retoma.
A chegada de uma nova geração de smartphones ao mercado volta a colocar muitos consumidores perante a decisão de trocar de equipamento. Apesar de os modelos mais recentes apostarem cada vez mais na resistência dos materiais, isso não elimina os riscos associados ao uso diário.
Uma queda, o contacto com chaves ou moedas, um impacto numa lente ou a exposição a líquidos podem deixar marcas logo nos primeiros dias. A iServices reuniu cinco cuidados básicos que podem ajudar a reduzir esses riscos.
1. Proteger o ecrã logo de início
O ecrã é uma das zonas mais expostas do smartphone. Pequenas quedas ou o contacto com superfícies e objectos abrasivos podem provocar riscos ou, em situações mais graves, fissuras no vidro.
Uma película de protecção acrescenta uma camada entre o ecrã original e os incidentes do quotidiano. A vantagem de a colocar logo no início é precisamente evitar que os primeiros riscos surjam antes de existir qualquer protecção.
2. Atenção às câmaras
Os módulos fotográficos tornaram-se maiores e mais salientes em muitos smartphones recentes, ficando frequentemente em contacto directo com mesas e outras superfícies.
Uma capa cujo rebordo ultrapasse ligeiramente a altura das lentes pode reduzir esse contacto. Existem igualmente protecções específicas para as câmaras, embora a escolha deva ter em conta a qualidade e o modelo do equipamento.
3. A capa deve proteger os cantos
Nem todas as capas oferecem o mesmo nível de protecção. Numa queda, os cantos e as laterais estão entre as zonas que mais frequentemente recebem o primeiro impacto.
Mais do que escolher uma capa apenas pela aparência, importa perceber se esta envolve correctamente essas áreas e se é adequada ao modelo.
Nos equipamentos com carregamento sem fios ou sistemas magnéticos, deve também ser confirmada a compatibilidade da capa.
4. Evitar chaves e moedas no mesmo bolso
É um dos cuidados mais simples, mas também dos mais fáceis de esquecer.
Transportar o smartphone juntamente com chaves, moedas ou outros objectos metálicos e rígidos aumenta a possibilidade de surgirem riscos no ecrã, nas câmaras ou na estrutura.
Reservar um bolso ou compartimento apenas para o telemóvel reduz esse risco.
5. Resistente à água não significa à prova de tudo
A resistência à água dos smartphones tem limites definidos pelos próprios fabricantes e não deve ser confundida com imunidade a qualquer contacto com líquidos.
Água salgada, piscinas, vapor ou exposições prolongadas continuam a representar riscos. Além disso, quedas, impactos ou reparações anteriores podem alterar as condições de estanquicidade do equipamento.
Por isso, mesmo num smartphone anunciado como resistente à água, continuam a justificar-se cuidados adicionais.
Estado do equipamento pode pesar numa futura retoma
Manter o smartphone sem riscos, fissuras ou outros danos pode ainda ter impacto no momento de o vender ou entregar num programa de retoma.
O estado exterior do equipamento é um dos factores normalmente considerados numa avaliação. Preservá-lo desde o início pode, por isso, não apenas prolongar a sua utilização como ajudar a manter uma parte do seu valor comercial.