Assuntos diversos

No DN de 18 de fevereiro, do corrente ano, página 5, em Economia, estando a foto abrangendo 5 colunas, com a seguinte legenda: “O golfe na Região gera cerca de 4,5 milhões de euros em receitas anuais”; estando o título com letras em paragona: “Golfe do Santo da Serra avança para novo concurso público; estando a foto do Sr. Secretário Regional das Finanças, Dr. Duarte Freitas, no princípio da 3.ª coluna, com o texto: “Governo prepara concessão a privados após termo do contrato anterior; sector gera mais de 4,5 milhões de euros por ano”!

É muito importante, para a economia regional, a extensão de campos de golfe, na Ilha da Madeira; Porto Santo; e até na deserta grande. Pelo facto das pessoas, que praticam o desporto do Golfe, terem capacidades financeiras para gastarem nesta área desportiva; gerando muitos postos de trabalho, bem pago; e, também, no comércio e na indústria.

No mesmo DN, página 6, com caracteres em destaque: “Geólogo alerta para o risco acrescido de aluviões”; estando a foto abrangendo 3 colunas com 2 grandes figuras:

“O Sr. Jornalista, Leonel Freitas a entrevistar o ilustre madeirenses, Dr. Geólogo João Baptista.

O Sr. Professor Universitário, Geólogo Madeirense, Dr. João Batista, muito tem chamado à atenção, aos nossos governantes, sobre os erros que se têm cometido, em relação ao nosso Arquipélago.

Também verifico a grande calamidade, que se provoca, com o alcatroamento das estradas das nossas serras, pelo facto das águas das chuvadas, não poderem serem infiltradas nas fendas da terra, causando aluviões que provocam mais danos nas zonas por onde escoam.

No mesmo DN, página 21, com o título: “Fazer é o nosso Verbo!”. Estando a foto da Sra. Presidente da Câmara Municipal da Calheta, Doroteia Leça, com o destaque:

“É imperativo a boa execução orçamental, sobretudo no que toca aos investimentos”; estando nas últimas seis linhas, o seguinte: “Por isso mesmo o nosso foco será sempre servir a nossa população. Já sabemos que os cães vão continuar a ladrar, mas a caravana vai passar porque há muito trabalho a fazer”.

A Senhora Presidente da C.M.C., tem toda a razão, em não dar tréguas, a quem não concorda com a sua acção, quando a sua acção está ao serviço do povo, das freguesias do seu Concelho da Calheta.

No DN do dia 20 de fevereiro, do corrente ano, página 2, com o título: “Funchal eleito Destino Desportivo do Ano 2026”; estando em destaque no princípio da 2.ª coluna: “Investimento Municipal em políticas de proximidade de atingir 1,3 milhões”; estando nas últimas seis linhas; o seguinte: ”Este reconhecimento reforça a importância da partilha de boas práticas e de valorização pública das autarquias que utilizam o desporto como elemento estratégico de afirmação territorial, desenvolvimento económico e promoção da qualidade de vida”.

O investimento Municipal, da cidade do Funchal, de 1.300.000 €, é muito importante para a saúde dos seus munícipes, por que a prática do desporto, é muito importante para os praticantes, para poderem gozar, uma boa vida saudável, evitando muitas doenças, que causam maior despesa financeira.

No mesmo DN, página 9, com a foto abrangendo 3 colunas, e com a legenda:” Fernando Santo alerta que os elevados custos e burocracia dificultam o acesso à habitação”; estando o título em parangona: “Preço das casas triplicou nos últimos 20 anos”. E nas últimas 2 colunas, de autora; Beatriz Jardim, com o título: “Habitação é um direito, não só um bem económico “.

A situação, presentemente, na Ilha da Madeira, é de tempo atroz para o povo madeirense, pelo facto do seu poder de compra, não ter as possibilidades de poder arrendar uma habitação condigna, nem tão pouco, poder comparar uma residência para a sua habitação.

A média dos ordenados ou vencimentos, não ultrapassam 2.500 euros mensais; estando o custo de vida elevado e as rendas para habitação, acima das suas possibilidades financeiras.

É por esta situação, que muitas/os madeirenses deixam a sua terra natal, para se fixarem noutros países, que lhes dão melhores condições de vida, havendo as consequências de pouca natalidade.

José Fagundes