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Madeira

ADN defende que "habitação não é favor, é direito"

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O partido ADN defende que "a habitação não pode continuar a ser um tema secundário, não pode ser um esquecimento político, nem promessa de campanha". O partido, através de comunicado, apresenta o testemunho de Andreia Raquel Paixão, na "qualidade de mãe solteira de três filhos e cidadã cumpridora dos seus deveres" que está cansada de esperar.

A apoiante do ADN lembra que "o direito à habitação está consagrado na Constituição da República Portuguesa, no artigo 65.º, ou seja, não se trata de uma opinião política, mas sim de uma Lei". O ADN defende "que todos os cidadãos têm direito a uma habitação condigna, mas infelizmente a realidade de muitas mães solteiras e famílias monoparentais é outra, situação que se agrava porque as rendas atingem valores exorbitantes e os ordenados mal chegam ao fim do mês".

O partido aponta que as candidaturas são entregues, actualizadas, documentos submetidos, mas a resposta nunca chega. " Carregar malas de casa em casa porque as rendas aumentam não é vida, é sobrevivência e eu tenho muito orgulho de continuar a lutar por mim e os meus filhos e «gritar» aos governantes que em nada me ajudam, nem aos meus filhos e eu que luto diariamente para que nada falte a mim e a eles", afirma Andreia Raquel Paixão.

A cidadã afirma, "sem medo" que precisa de uma casa porque não está sozinha, pois "uma habitação é dignidade, segurança e futuro para os nossos filhos".