Guerra, sanções, desilusões e sofrimento dos povos. A Paz é necessária!
Será que só existe guerra entre a Rússia e Ucrânia? Será possível a Paz Contra a Guerra? O direito dos Povos é para esquecer? Que tipo de Mundo queremos ter? Onde anda a racionalidade Humana?
Para quando mobilizar os povos pela Paz e pela tolerância e defender a cooperação entre os povos? Para quando o equilíbrio social, o combate á pobreza ,o respeito pela dignidade humana ? Para quando teremos a democracia verdadeira o governo do povo e para o Povo?
Será que há democracia com os podres de ricos, sim ricos porque exploram as mais valias dos trabalhadores, dominam o Estado (que é de todos nós) e essa gente domina a comunicação social que envenena as nossas mentes com conversa fiada (as promessas do Céu na Terra) e cilindra as nossas mentes, levando o nosso povo pobre e sofredor votar em quem o explora?
Falemos da guerra entre a Rússia e a Ucrânia e das consequências para os povos de todo o Mundo.
Consequências diretas para Portugal?
Perda de um mercado importante para alguns importantes produtos e negócios de diversas empresas que exportavam e por outro lado ,o nosso Portugal ,a nossa Pátria, foi obrigado a procurar novos fornecedores de energia ( EUA preço do gás mais 45%) e de outros produtos muito elevados ( cereais ; fertilizantes aumento de 50%) com grande impacto para a nossa agricultura , aumentos substanciais de preço agrícolas, e tudo isto escondido por quem nos governa e de uma oposição de cócoras perante um poder corrupto vendido ao imperialismo ,o estádio supremo do capitalismo
A U.E trocou uma dependência de energia à Rússia, pela dependência aos EUA muito mais cara
As consequenciais sociais desta política europeia errada, promove uma inflação elevada ( aumento do custo de vida) agravamento das desigualdades sociais ( os pobres ficaram cada vez mais pobres) a classe média professores, engenheiros, enfermeiros, médicos pequenos e médios empresários estão a ficar proletarizados e revoltados e podem cair nos braços da extrema direita , dado a seu perder de compra e qualidade de vida.
A perda da competitividade causa em diversos subsectores da industria (têxteis , peças de viaturas, papel, energia ecológicas), desemprego ( em 2025 até agosto foram despedidos 5212 trabalhadores em despedimento coletivos e aumentaram os contratos temporários e o lay-off).
As exportações estão a cair segundo dados do INE. Portugal é muito vulnerável e muito dependente do comercio externo e das suas oscilações (em 2024, (importações +exportações=93,6 do PIB) o que está a criar um obstáculo ao crescimento anémico, um passo para uma crise económica e social
A Comissão Europeia multiplica as sanções, não se importando dos seus efeitos económicos e sociais que causa à U.E, e efeitos sobre a economia russa é mínima (Segundo o FMI a economia russa cresceu 4,1% em 2023 e 4,3% em 2024).
O plano de rearmamento da Europa vai custar 800 mil milhões euros até 2030 o que tem consequências diretas-redução de fundos europeus para a economia de Portugal, diminuição do investimento público (financiado pela U.E ) e grande pressão para a defesa no Orçamento de Estado. O aumento das despesas entre 2025 e 2026 rondará os 60%
Como consequências indiretas vamos ter um crescimento fraco, menor investimento com efeito multiplicador (saúde, educação mobilidade)
As consequenciais sociais serão profundas, agravamento da situação dos serviços públicos já degradados (manutenção adiada) menos Estado onde faz falta, queda de confiança institucional, tensões políticas e sociais aumentam criando condições para o ascenso da extrema direita populista antecâmara do fascismo
Até esta data a UE já financiou a Ucrânia com 173,5 milhões euros e mais 147 milhões de apoio a refugiados da Ucrânia, já foram pagos pelos contribuintes europeus cerca de 320 mil milhões de euros
A parcela deste total financiamento por Portugal até ao fim de 2025 ronda os 800 mil milhões de euros. Para 2026 o governo de Montenegro, ocultou no Orçamento de Estado a verba superior a 350 mil milhões
Constata-se que no O.E., existem cortes no investimento em áreas fundamentais para a população (infraestruturas, habitação, educação, saúde e até na segurança interna que constavam no O.E de 2025 e não serão executados em 2026. Quando Montenegro, Costa, e a Comissão Europeia afirmam que o rearmamento da Europa se faz sem cortes no Estado Social, mentem.