Alterações ao subsídio de mobilidade são “discriminatórias e injustas”
Candidato presidencial Luís Marques Mendes já transmitiu "preocupação" ao ministro de Estado e das Finanças e espera que haja abertura para "rever o que está errado"
É uma posição directa, clara e firme do candidato presidencial Luís Marques Mendes, a propósito das polémicas alterações ao novo modelo de Subsídio Social de Mobilidade, levadas a cabo pelo Governo da República de Luís Montenegro e que têm feito correr tanta tinta.
As alterações feitas pelo Governo da República ao subsídio de mobilidade não são nem correctas nem aceitáveis. São discriminatórias e injustas. Luís Marques Mendes, candidato à eleição à Presidência da República, em declarações ao DIÁRIO
Ora, um dos pontos mais contestados é a exigência de não dívida à Autoridade Tributária e à Segurança Social como condição para aceder ao subsídio. Os governos da Madeira e dos Açores estão unidos nas críticas, defendendo que o Subsídio Social de Mobilidade é um instrumento de coesão territorial e de mobilidade.
Os reembolsos do Subsídio Social de Mobilidade serão pagos entre "um a dois dias úteis"?
Numa visita no final do ano passado à Madeira, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, anunciou que a nova plataforma do Subsídio Social de Mobilidade (SSM), que entrou em vigor a 7 de Janeiro deste ano, permitiria aos residentes receber o reembolso das viagens em “um a dois dias úteis”.
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Luís Marques Mendes, que ao longo dos anos tem expresso a sua opinião sobre diversos temas ligados às ilhas, continua a demonstrar que é um dos aliados da Autonomia.
E na sequência da sua afirmação anterior, deixa claro que já expressou a sua posição ao ministro das Finanças, Morais Sarmento:
Já transmiti esta minha preocupação ao ministro de Estado e das Finanças e espero que haja abertura para rever o que está errado. Luís Marques Mendes, candidato à eleição à Presidência da República, em declarações ao DIÁRIO