Madeira

“Reduzir os impostos é uma das nossas prioridades”

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Sérgio Gonçalves exorta o Governo Regional a “usar todos os instrumentos disponíveis” que tem tem ao seu alcance para implementar medidas para “reduzir os impostos já no imediato”. Madeira e Porto Santo não podem continuar a ser reféns de políticas do passado nem dependentes do Governo Regional que não apresentou uma única medida estruturante.

“Não podemos continuar na cauda do país”, disse, criticando anúncios de obras megalómanas, nomeadamente túneis e o prolongamento da Pontinha, conforme é intenção do Governo.

As declarações do líder socialista aconteceram durante abertura do painel matinal dos Estados Gerais que reserva 'Uma Economia com Autonomia e com Futuro’, tema de central desta parte da manhã da convenção socialista.  

"Reduzir os impostos é uma das nossas prioridades" tal como "combater as desigualdades", assumiu, aquele que será em 2023 candidato e adversário de Miguel Albuquerque nas eleições regionais.

O presidente dos socialistas disse ainda que o PS-M “tem prioridades bem definidas”, relativas à habitação e à saúde, ainda sobre a diversificação da economia e sobre a fiscalidade que são também “fundamentais”, porque de acordo com o líder do PS-M, “é urgente melhorar a vida dos madeirenses”  porque neste momento “precisam de dinheiro no bolso para enfrentar as dificuldades que têm vindo a sentir”.

Para uma “Madeira Melhor”, frase que está espalhada pelos outdoors e panfletos, sublinha que tem defendido a redução do IVA e do IRS, porque são as “únicas formas” de, por um lado, “reduzir os preços do bens e dos serviços e, por outro, “aumentar os rendimento disponível”.

A saúde foi outra das tónicas que mereceu fortes críticas por apresentar constrangimentos ao nível de “acesso ao serviço regional”, com as listas de espera acumularem-se, “são o dobro face a 2015 [115 mil actos médicos em espera]”, observou em jeito de reparo sobretudo "à falta de transparência"

Não esqueceu a exclusão social e a pobreza, “consequência dos baixos rendimentos e do empobrecimento generalizado”, frisando que a Madeira apresenta as “mais elevadas taxas de pobreza” e ainda com a “maior taxa de desemprego”.