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S-Alerta Cidadão

A plataforma S-Alerta foi criada pela equipa de informática do IASAUDE, e merece esta nota pública de elogio

1. Está em funcionamento desde a última sexta-feira a plataforma S-Alerta Cidadão https://s-alerta.pt/CIDADAO/, destinada a cidadãos infetados por Covid-19 e contactos de casos positivos.

Esta solução tem por objetivo simplificar o enorme trabalho das delegações de saúde pública da Região, e simultaneamente facilitar a emissão de declaração de isolamento profilático e certificado médico de recuperado, questões formais da inteira responsabilidade da Autoridade Saúde Pública que obviamente, face ao elevado número de casos, necessita desta solução tecnológica.

A preocupação dos trabalhadores - infetados ou contactos com infetados - para entrega dos respetivos comprovativos de ausência, às entidades patronais (públicas e privadas), das quais se espera igualmente compreensão e colaboração, deve ter um prévio contacto telefónico a informar o motivo de ausência, como em qualquer outra situação de doença.

Quanto à chamada baixa médica, seja com teste feito na farmácia, na clínica, no domicílio, nos ADR dos centros de saúde ou no Hospital Nélio Mendonça, em qualquer situação tem a mesma solução. Não exige testes PCR confirmativos, de acordo com a orientação da Autoridade de Saúde Pública conforme é de conhecimento público.

Quanto às equipas das delegações importa lembrar o enorme esforço e trabalho non stop. Estão a dar o seu melhor nestes longos meses presos a telefones e telemóveis, em milhares de contactos.

A plataforma S-Alerta foi criada pela equipa de informática do IASAUDE, e merece esta nota pública de elogio. Aliás, as equipas de informática da saúde, incluindo ainda a equipa do SESARAM merecem uma nota pública de elogio pelo enorme trabalho que realizam, na criação de soluções informáticas, no acompanhamento e apoio informático diário em todos os postos de trabalho de atividade normal, e ainda aeroporto e os postos de vacinação.

2. As eleições de 30 de janeiro constituem uma oportunidade para mudar os destinos do nosso País. Serão atrapalhadas pela pandemia porque lamentavelmente não há vontade de inovar. Os mecanismos de voto eletrónico seriam uma solução mas tardam em ser implementados. O projeto-piloto de voto eletrónico no distrito de Évora, nas Europeias de 2019 deveria ter sido aproveitado para esta fase pandémica mas nada aconteceu.

Foi perdida a oportunidade de inovar e de garantir a participação dos cidadãos. A votação antecipada ainda não resolve as situações de limitação de última hora. Ainda assim, fique atento aos prazos para inscrição no site da CNE nomeadamente casos de mobilidade, entre 16 e 20 de janeiro.

Vote Bem! Feliz Ano 2022 com saúde!