PP no Porto Santo faz balanço e projecta o futuro

21 Ago 2017 / 11:15 H.

CDS-PP Porto Santo faz balanço e projecta o futuro

O CDS PP no Porto Santo faz hoje um balanço “muito positivo” dos últimos quatro anos, pois acredita que os que confiaram o seu voto no partido em 2013 “não viram traídas as duas expectativas”, refere João Rodrigues, o candidato à Câmara, adiantando que “não faltámos ou ‘fugimos’ das assembleias municipais, assumimos até ao fim as nossas responsabilidades e travámos muitas irresponsabilidades na defesa do Porto Santo”.

Por esta razão, apresenta-se a estas eleições autárquicas “de consciência tranquila do dever comprido e sustentado pelo muito trabalho desenvolvido em quatro anos na assembleia municipal”, e com muita vontade de, pela primeira vez, vencer a Câmara portosantense, no próximo dia 1 de Outubro.

João Rodrigues constata que, em quatro anos, faltou “uma visão estratégica por parte do presidente da Câmara para o Porto Santo, aliado de uma economia que podemos considerar quase clandestina, resultado da colagem das políticas do governo regional para o Porto Santo, políticas que a população e o Porto Santo nada beneficiaram”.

Considera ainda que o modelo de desenvolvimento escolhido para o Porto Santo, pelo governo regional e aceite pelo actual presidente da Câmara, “está esgotado e há que fazer rupturas porque, mais do mesmo não é solução”. Adverte para o actual modelo de desenvolvimento instalado na ilha que não retém nenhuma riqueza para a economia local, muito menos para as famílias e empresários do Porto Santo. Pelo contrário, “apenas agravou ainda mais os problemas sociais e a qualidade de vida dos Porto Santenses”, refere João Rodrigues

Por esta razão, o CDS-PP “decidiu abrir as suas listas à população do Porto Santo e, sem perder a sua identidade, leva muitos independentes nas suas listas, para que desta forma os Porto Santenses, como cidadãos atentos e informados, possam participar e ter voz activa no futuro da sua terra”.

Diz ainda que “é possível mudar o flagelo do desemprego e da pobreza; terminar com o isolamento do Porto Santo em termos de transportes ; combater e acabar com a sazonalidade e fixar a população e os mais jovens, nem como relançar o comércio, a agricultura, as pescas e as pequenas industrias no Porto Santo”, garantindo que terá no seu programa, uma autarquia aberta às pessoas para reportarem os seus problemas sem que tenham de esperar meses por uma solução ou por uma resposta a um requerimento.

Daí que a equipa do CDS proponha “abordar esta luta de 1 de Outubro com uma postura completamente livre, sem estar condicionada por cenários vindos da Madeira. Temos uma opinião muito vincada, muito própria, de que é possível inverter o rumo das coisas no Porto Santo, pelo que todas as opiniões são importantes e válidas mesmo as do Governo Regional, mas não são vinculativas se não defendem o Porto Santo”.