“Os madeirenses não querem mais maiorias absolutas de nenhum partido”, diz Lopes da Fonseca

Na sua opinião, “o CDS-PP é decisivo para formar Governo”

14 Fev 2018 / 12:45 H.

“Os madeirenses não querem mais maiorias absolutas de nenhum partido”. Foi desta forma que Lopes da Fonseca, presidente do CDS-PP, reagiu ao estudo de opinião da Eurosondagem que faz hoje a manchete do DIÁRIO.

Analisando os resultados, disse que os eleitores “pretendem que haja maiorias em coligação e não maiorias num só partido”. Até porque os madeirenses querem “estabilidade” que, na sua óptica, passa, “pelo menos, por dois partidos”.

Sobre o facto de os sociais-democratas terem cinco pontos de vantagem sobre o PS, Lopes da Fonseca afirmou que “o PSD ainda é o maior partido”.

“Apesar do êxtase e do deslumbramento do PS no último congresso, o que acontece é que, neste momento, o PSD ainda é maior partido e o CDS é decisivo para formar Governo”, apontou, acrescentando que “se for necessário fazer um entendimento com o partido que ganhar, o CDS irá interpretar o voto dos madeirenses”.

Em relação à posição em que aparece o CDS-PP na Eurosondagem, o presidente do partido disse que “após as eleições de 1 de Outubro o CDS estava nos 9% e agora está nos 6%”.

“Nós consideramos que o nosso resultado está entre os 9% e os 10% e esse é que é o resultado real neste momento, mas a interpretação que faço das sondagens é que o CDS, provavelmente os eleitores assim o irão querer, vai ser decisivo para formar Governo em 2019”, rematou.

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