Destino Madeira presente na feira londrina World Travel Market

06 Nov 2017 / 09:48 H.

A Madeira apresenta-se, a partir de hoje, dia 6 de Novembro, na World Travel Market (WTM), na cidade de Londres, com uma “dinâmica reforçada e estrategicamente concertada entre os agentes públicos e privados do sector”, tendo por objectivo reforçar e consolidar a procura junto daquele que é o principal mercado emissor de turistas para o destino.

É com esta convicção que a Secretária Regional do Turismo e Cultura, Paula Cabaço, alude à participação da Região, naquela que é considerada como uma das maiores feiras internacionais de turismo e que recebe oito empresas madeirenses nesta edição da WTM 2017.

Sublinhando a validade destas acções “para o reforço da notoriedade do destino”, a governante refere que, quer a Associação de Promoção da Madeira – que assume a representação oficial neste evento – quer os hoteleiros, agentes de viagens e restantes parceiros privados do sector “estão em Londres para promover e afirmar o que de melhor temos para oferecer”, numa deslocação que envolve, conforme já é habitual, a concretização de reuniões de trabalho com os vários ‘players’ internacionais, entre os quais, naturalmente, tour operadores e companhias aéreas, mas, também, encontros com a comunicação social.

Ligada a 12 Aeroportos do Reino Unido e com uma oferta que, em 2017, ronda os 770 mil lugares disponíveis, a Madeira ocupa o segundo lugar no ‘ranking’ dos principais destinos nacionais procurados pelo mercado britânico, com uma preferência que ronda os 21,2%. O primeiro lugar cabe ao Algarve e o terceiro, a Lisboa. Mercado britânico que, até ao passado mês de agosto, foi responsável pela vinda de mais de 210 mil turistas para o nosso destino, com mais de 1 milhão e 293 mil dormidas registadas na hotelaria regional.

Será de referir que, neste momento, o Reino Unido é o 4.º maior mercado emissor de turistas a nível mundial e o 2.º maior da Europa, logo após a Alemanha, tendo gerado 83,8 milhões de turistas em 2016 (+3,6%, face ao ano anterior) o que representa uma quota de 6,8% no total da procura turística mundial.

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