Marcelo visita exercício nacional de cibersegurança

Lisboa /
04 Abr 2019 / 16:43 H.

O Presidente da República visitou hoje (4 de Abril) o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), em Lisboa, onde decorre o exercício nacional destinado a testar a resposta a incidentes no ciberespaço e prevenção de ‘fake news’ ou notícias falsificadas no âmbito eleitoral.

Marcelo Rebelo de Sousa foi recebido pelo director-geral do Gabinete Nacional de Segurança e do CNCS, António Gameiro Marques, que salientou a importância da componente prática em matéria de cibersegurança, mediante o treino de equipas e “experimentar através da criação de cenários tão verosímeis quanto possível” para saber “como melhor agir ou reagir” em situações reais.

O chefe de Estado, acompanhado pelos ministros da Presidência e Modernização Administrativa, Mariana Vieira da Silva, e da Administração Interna, Eduardo Cabrita, inteirou-se dos trabalhos da segunda edição do exercício nacional de cibersegurança, que decorre entre terça-feira e hoje nas instalações do CNCS.

O Presidente notou que em concursos internacionais as equipas académicas portuguesas costumam distinguir-se entre “as melhores” no campo da cibersegurança.

O exercício nacional de cibersegurança, realizado em colaboração com a Comissão Nacional de Eleições, tem como “pano de fundo o processo eleitoral e todas as suas envolventes”, com o objectivo, segundo a organização, de exercitar “o processo de decisão de forma a garantir uma resposta coordenada a todos os níveis dentro das entidades participantes”.

As 22 entidades participantes também vão “exercitar e testar os mecanismos de cooperação” entre si, bem como “os respectivos processos de troca de informação” e “actividades de cooperação e/ou planos de contingência a nível nacional”.

Nesse âmbito, o exercício abordará a questão das “fake news” ou notícias falsificadas, no âmbito dos três actos eleitorais que decorrem durante este ano -- eleições para o Parlamento Europeu, Região Autónoma da Madeira e Legislativas.

No exercício participam representantes da administração pública que operam os serviços de suporte a actos eleitorais, operadores de comunicações electrónicas e de serviços energéticos, reguladores do sector das telecomunicações e energético, a agência Lusa pelo sector da comunicação social, forças e serviços de segurança, e a Procuradoria-Geral da República.