Sete derrocadas em cinco anos na Calheta

19 Fev 2019 / 07:00 H.

Nos últimos cinco anos, registaram-se sete derrocadas na marginal e no porto de recreio da Calheta. A instabilidade das escarpas é evidente e o Ministério Público já abriu um inquérito á morte da cozinheira do restaurante que foi atingido no passado sábado. Esta é a notícia que faz manchete da edição impressa de hoje.

Uma edição em que também merecem referência os protestos em relação aos preços praticados nos parques de estacionamento do aeroporto.

Em entrevista, o autor do estudo de viabilidade do novo hospital diz que a ampliação a actual unidade nem foi estudada. A segurança geográfico foi um dos factores determinantes para as opções tomadas.

No Monte, na primeira homilia como Bispo do Funchal, D. Nuno Brás falou às crianças e recordou as vítimas da queda da árvore no Largo da Fonte. Sobre temas mais sensíveis não teceu qualquer comentário.

Neste edição também é destacada a posição a vereação de Paulo Cafôfo que não aplica a decisão da assembleia municipal de criar estacionamentos gratuitos aos sábados.

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