Quatro Casas do Povo da Madeira já são IPSS

02 Mar 2019 / 00:09 H.

Quatro Casas do Povo da Madeira já se equipararam a uma IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social pelo apoio prestado à população, estando já a funcionar como Centro de Dia e de Convívio.

Rita Andrade, Secretária Regional da Inclusão e dos Assuntos Sociais, salientou que outras mais já deram entrada no processo que está em análise na segurança social, sendo este o caminho a seguir, tendo em conta o envelhecimento da população que precisa de respostas concretas.

Uma dessas respostas tem a ver com o apoio financeiro que o Governo Regional faculta a estas entidades para fazer face às suas necessidades, tendo em conta as actividades desenvolvidas.

“Estas instituições têm desempenhado um papel único junto das pessoas num apoio de proximidade, dando ênfase às actividades culturais, desportivas e recreativas”, frisou Rita Andrade, tendo factultado um apoio financeiro de meio milhão de euros, esperando facultar até Junho próximo o restante valor.

No total, o valor global de apoios será na ordem de um milhão e meio de euros, quase o triplo dos apoios entre 2017 e 2018, sendo que, este ano, “mantém-se o orçamento em relação a 2018, numa forte aposta do Governo Regional para as Casas do Povo”, realçou a governante, explicando que o valor atribuído a cada Casa do Povo varia de acordo com o número de utentes e o número de valências que assegura.

A Secretária Regional da Inclusão e dos Assuntos Sociais assinou ontem contratos-programa com as Casas do Povo, a Associação de Desenvolvimento da Madeira (ADRAMA) e a Associação das Casas do Povo da (ACAPORAMA), que contemplou, pela primeira vez a recém-criada Casa do Povo de São Gonçalo.

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