Literacia financeira nas escolas precisará de reforço

Marco Gomes, director regional de Educação, abordou o trabalho que se tem feito nas escolas

16 Set 2019 / 12:49 H.

Como organizações com papel fundamental de passar às novas gerações o conhecimento do passado, melhorando o futuro, cabe aos professores passar da utopia de acesso à escola para todos, ao sucesso para todos, garantir que todos tenham esse acesso para uma vida inteira e educar cada um para que contribua para uma sociedade mais justa, igualitária e democrática, cabe a elas este papel de educar para os impostos.

Com o papel de ajudar os alunos a descobrirem as suas capacidades e serem autónomos, a escola não deve se limitar a transmitir competências, tem de ajudar os alunos a resolverem o problema seja ele qual for, no fundo o saber em acção, disse Marco Gomes, ajudando os alunos a construir um projecto de vida.

Lembrando que a Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986 é uma das melhores do mundo, define um conjunto de referenciais para como devem educar as pessoas, com bons valores humanos como responsabilidade, autonomia, entre outros.

Marco Gomes lembrou que a flexibilidade curricular introduzida no ano passado já começou a abordar a temática da educação para a cidadania, estratégia nacional baseada em 17 tópicos e que incluem já a literacia financeira e que, eventualmente, merecerão uma abordagem mais aprofundada incluindo este projecto, o que implica que o sistema educativo regional poderá e deverá aprofundar estas temáticas.

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