João Galamba destaca “extraordinária obra” da barragem no Paul da Serra

Secretário de Estado da Energia anunciou mais 10 milhões de euros de financiamento para reforçar o sistema energético da Região

22 Mar 2019 / 15:31 H.

João Galamba, secretário de estado da Energia, destacou a “extraordinária obra”, resultante de um investimento superior a 63 milhões de euros, financiada em 45 milhões de euros pelo POSEUR, referindo-se à barragem em fase de construção no Paul da Serra.

O governante, que se queixava do frio entre o nevoeiro que se faz sentir no planalto da ilha da Madeira, a cerca de 1400 metros de altitude, marcando os termómetros 8 graus celsius, aproveitou a ocasião para anunciar que foi hoje lançado um novo aviso para a Madeira e Porto Santo no valor de 10 milhões de euros para a instalação de baterias tendo em vista o reforço do sistema energético.

A comitiva liderada pelo vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, que integra o presidente da Empresa de electricidade da Madeira, Rui Rebelo, e os secretários de Estado Adjunto da Mobilidade, José Mendes, e da Energia, João Galamba, e ainda com um representante da Comissária Europeia com a pasta da Política Regional e da Energia, Corina Cretu, fez uma visita “in loco”, à Barragem do Pico da Urze, no Paul da Serra.

O secretário de Estado da Mobilidade, José Mendes, já se comprometeu regressar ao Paul da Serra. “Esteja ou não no Governo vou voltar aqui quando a Lagoa estiver cheia”.

Pedro Calado admitiu ser “uma boa notícia”, ressalvando que já estava “de certa forma a aguardar essa boa notícia”. Justificou a visita, em particular do representante da Comissária Europeia com a pasta da Política Regional e da Energia, Corina Cretu, à grande obra em desenvolvimento no Paul da Serra, “sobretudo para ver a boa aplicabilidade dos fundos comunitários e a forma como a Madeira se tem desenvolvido e o quão positivo é esta ajuda dos apoios comunitários”.

O vice-presidente considera que este projecto, a estar pronto no próximo Verão, “vai marcar a história no nosso tempo” porque vai permitir atingir os 50% de energias renováveis.

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