Calado lembra entraves criados pela República ao Registo Internacional de Navios

12 Fev 2019 / 15:31 H.

“Deixem-nos navegar porque, ao contrário de outros, sabemos para onde queremos ir”, afirmou Pedro Calado, no final da intervenção de abertura do colóquio de apresentação do LEME - Barómetro PwC da Economia do Mar.

Uma sessão que não conta com a participação do Chefe de Estado Maior das Forças Armadas, almirante Silva Ribeiro, devido a problemas de ligação aé rêa motivada por uma greve na Europa.

O vice-presidente do governo regional referiu a importância do mar na economia da Região e aproveitou para referir o contrato estabelecido para o novo cabo submarino que vai ligar a Madeira e o continente e representa um investimento da governo madeirense de 13,6 milhões de euros.

Um investimento que “infelizmente” não tem apoio do Estado.

Calado destacou a aposta da Madeira em desportos náuticos, “empreendedorismo azul” ao nível do lazer e turismo e investimentos de aquicultura que já representa uma produção de 2000 toneladas de peixe ao ano.

O turismo de cruzeiros é outra grande aposta que representou, em 2018, mais de 538 mil turistas no Porto do Funchal.

No que diz respeito ao registo de navios, foi o que “mais cresceu na Europa”, com 620 navios registados. O que não impede que se mantenham constrangimentos, muitos deles criados pela República.

“Não queremos acreditar que são razões políticas que estão a atrasar”, afirma.

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