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Governo Regional Madeira

Governo Regional vai atribuir mais de 1,4 milhões de euros às Casas do Povo este ano

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Os apoios financeiros do Governo Regional da Madeira às casas do povo da Região vão ultrapassar, este ano, os 1,4 milhões de euros, revelou esta quarta-feira, 15 de Abril, Miguel Albuquerque, sublinhando que a verba destina-se ao funcionamento das instituições e ao desenvolvimento de actividades junto das populações.

Albuquerque reforça compromisso com as casas do povo da Região

O Governo Regional da Madeira procedeu esta quarta-feira, 15 de Abril, à assinatura de 43 contratos-programa com as Casas do Povo da Região, prevendo uma comparticipação financeira de até 526.049,96 euros, destinada a assegurar a continuidade das actividades regulares das Casas do Povo, reforçar a intervenção social de proximidade e dinamizar as comunidades locais.

À margem da assinatura de 43 contratos-programa com as Casas do Povo da Região e em declarações aos jornalistas, o líder do Executivo Madeirense deu nota que aos 526.049,96 euros agora atribuídos, soma-se uma segunda tranche de apoio que eleva o montante anual para mais de 1,4 milhões de euros. Albuquerque considera que se trata de “uma verba muito bem aplicada, dado o trabalho extraordinário que as instituições fazem no apoio aos mais vulneráveis, na promoção da formação, no apoio à cultura e à etnografia, na educação e no apoio aos idosos”.

Questionado sobre se o valor atribuído é suficiente, o governante reconheceu que os montantes podem não corresponder sempre às necessidades, mas garantiu que o apoio tem sido ajustado ao longo do tempo: “Os valores nunca são aquilo que nós queremos. Temos feito estes contratos-programa anualmente, temos feito alguma actualização e vamos continuar a fazer. Se houver algum problema, corrigiremos a posteriori."

O governante destacou também o papel das casas do povo na dinamização dos territórios, nomeadamente na melhoria do espaço público, lançando o desafio para que cada instituição desenvolva projectos ligados à valorização paisagística. “A ideia é que cada casa do povo desenvolva, no respectivo concelho ou freguesia, um jardim icónico, exemplar, para marcar a sua participação num programa de reabilitação e melhoria dos espaços públicos”, referiu.