Acidentes em túneis resolvidos na primeira intervenção
Sem quantificar o número de acidentes ocorridos nos túneis da Região nos últimos tempos, o presidente do Conselho Directivo do Serviço Regional de Protecção Civil afirma que os mesmos não têm necessitado de uma “intervenção especializada”.
Richard Marques, aos jornalistas, salientou que as situações que têm surgido têm sido resolvidos com a “resposta inicial, do primeiro alarme”, mas não descarta o risco existente face a ocorrências que exigirão “outra intervenção”, para a qual os corpos de bombeiros da Região têm sido constantemente preparados.
Aquele responsável nota que a capacitação dos recursos humanos tem sido uma preocupação antiga, notando a formação feita no estrangeiro por profissionais do socorro da Região, há vários anos.
No que toca aos equipamentos disponíveis, e particularmente ao ROV adquirido em 2023, de custo superior a 265 mil euros, Richard Marques confirmou que o mesmo “felizmente” ainda não foi utilizado em contexto real, adiantando que está em curso a ampliação da sua capacidade, “para adequar à realidade actual”.
Quanto ao aumento de ocorrências, em quase todos os domínios, em 2025, na Região, o presidente da Protecção Civil destaca a capacidade de resposta demonstrada por toda a cadeia de intervenção, salientando que "todas as situações foram resolvidas no primeiro alarme, benificiando, em parte, do que diz ser "um modelo de financiamento que coloca uma capacidade de resposta adequada ao que temos".