Quando o "passivo fiscal" dos clubes gerou "angústia" e colocou Natal em risco
Há precisamente 27 anos, com a época ainda a meio, os três principais clubes de futebol da Madeira viam-se a braços com um 'braço de ferro' com o Governo Regional, então liderado por Alberto João Jardim por causa das dívidas fiscais, mais precisamente ao Fisco e à Segurança Social, dinheiro que então era contabilizado em escudos, na altura 3,3 milhões de contos. Na moeda actual são quase 16,5 milhões de euros.
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