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Madeira

ADN lamenta aprovação do voto de saudação à Comissão organizadora do Madeira Pride

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O ADN Madeira lamenta que todos os partidos com assento parlamentar na Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira tenham aprovado o voto de saudação à Comissão organizadora do Madeira Pride e a todos os participantes neste evento da autoria do Bloco de Esquerda.

"O Madeira Pride expõe crianças a conteúdos que somente devem ser vistos ou ouvidos por adultos, tal como a promoção de shows com drag queens, travestis e afins. Como tal, este evento envergonha todos aqueles que tentam proteger as crianças a uma sexualidade precocemente activa e dos perigos que tal origina, pelo que, repudiamos que todos os partidos e deputados da ALRAM tenham aprovado o voto de saudação à Comissão organizadora e a todos os participantes deste evento", explica em nota emitida à imprensa. 

O Madeira Pride também defende acesso privilegiado ou quotas nas universidades, na política e no mercado de trabalho a uma minoria de cidadãos com base na sua orientação sexual ou na opção por um género não biológico inventado, enquanto os cidadãos portadores de deficiências físicas ou mentais são reiteradamente esquecidos pelo Governo, pelo que, é mais uma razão para que o voto de saudação fosse reprovado".  ADN Madeira

E acrescenta: "O Madeira Pride é, na verdade, um evento que mostra as verdadeiras intenções de quem apoia uma ideologia extremista que usa indiscriminadamente todas as pessoas que se assumem como Gays e Lésbicas, mas que não querem ser associadas ao lóbi LGBTQIA+, porque este lóbi se apoderou de uma causa justa e universal, nomeadamente, a luta contra a discriminação, para nos procurar impor um programa radical orientado à destruição dos alicerces da nossa sociedade, que corrompe os valores da vida, da família, instiga ao ódio e à separação entre o homem e a mulher, sob a capa da ideologia do género".

"O ADN considera que nenhum cidadão pode ser discriminado devido à sua orientação sexual, mas também não pode ser beneficiado por causa disso, e da mesma forma que todos têm a liberdade de se sentir como quiserem, também não podem impor esse sentimento a todos os outros que defendem a ciência e reprovam o uso de doutrinas ideológicas nas escolas", concluiu.