Jardim diz não ter percebido a ligação do fogo do fim do ano aos 600 anos da Madeira

Desta vez, diz, houve pouco fumo e muito fogo, embora sem relação com a efeméride

03 Jan 2018 / 17:20 H.

“Foi bonito. O fogo da noite de Fim de Ano. E é difícil não sê-lo, num cenário daqueles. Mas, cuidado!...”. É desta forma que começa mais um comentário de Alberto João Jardim, ex-presidente do Governo Regional da Madeira, enviado à imprensa.

Intitulado “31 de Dezembro 2017”, o comentário de Jardim refere que “o espectáculo assenta muito na variedade, pouca desta vez, embora com o fumo bastante reduzido apesar da calmaria”.

“O espectáculo tem de encher mais o cenário, do que na última Noite. E não se deve aceitar o risco de experiências. Façam-nas noutra ocasião, e então tragam-nas se os entendidos de cá gostarem. O Fim do Ano tem de ter aquelas grandes cascatas de luz e côr a se derramar e a se expandir como águas de aluvião sobre o território mátrio”, adianta Jardim.

“Como ainda não me explicaram - talvez culpa minha, não perceber - o que tinha aquilo a ver com os Seiscentos Anos de povoamento do arquipélago”, conclui Jardim, num tom crítico e irónico.

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