Madeiras continuam a arder no prédio destruído pelo incêndio no Funchal

Bombeiros mantêm dispositivo de prevenção em permanência no quarteirão da ‘Insular’ para debelar reacendimentos

23 Fev 2019 / 19:55 H.

O recheio do edifício da antiga fábrica da empresa ‘Insular de Moinhos’, no Funchal continua a arder, 24 horas após a ignição do incêndio.

A partir da redacção o DIÁRIO, situado nas traseiras do prédio agora em ruínas e separado pela Travessa da Malta, é possível vislumbrar barrotes de madeira em chamas no interior do prédio destruído pelo grande incêndio.

Recorde-se que o fogo foi dado como extinto na noite de sexta-feira, pelas 22h23. Os Bombeiros Sapadores do Funchal procederam ao trabalho de rescaldo e encontram-se agora de prevenção, explicou ao DIÁRIO o comandante da corporação, José Minas.

No perímetro de segurança junto ao quarteirão atingido pelo fogo, os bombeiros mantêm, até às 20 horas deste sábado, oito elementos apoiados por três veículos de combate a incêndios urbanos – um auto-tanque, uma auto-escada e um pronto socorro – em prontidão para debelar eventuais reacendimentos.

E têm sido vários ao longo do dia, dada a acumulação de matéria combustível como é o caso dos imensos barrotes e madeira queimada que compunham os soalhos e pavimentos dos cinco pisos do prédio agora em ruínas.

O dispositivo dos Bombeiros Sapadores do Funchal manterá a fase de prevenção pelo menos até segunda-feira, embora com um dispositivo mais reduzido. De acordo com José Minas, o contingente será reduzido no horário nocturno, já a partir das 20 horas, para três elementos.

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