JPP denuncia “falhanço do Governo PSD”

16 Fev 2019 / 12:01 H.

O JPP esteve hoje no Caniço para denunciar o que considera ser o “falhanço do Governo PSD de Miguel Albuquerque”, que após quatro anos não conseguiu “afirmar a sua liderança” nem uma política que fizesse realmente diferença na vida da Madeira e dos madeirenses.

Pelo contrário, acusa Filipe Sousa, Albuquerque vai agora “buscar o passado, que tanto combateu e em relação ao qual se afirmou como mudança e diferença, “andando de braço dado com Alberto João Jardim, numa tentativa desesperada de manter o poder”.

O líder do JPP considera a governação dos últimos quatro anos, “um falhanço em toda a linha”. Facto “bem patente nos milhões que agora se apregoam em obras de necessidade duvidosa e que não espelham aquelas que são as prioridades dos madeirenses”, acusa.

“A dita renovação, apregoada pelo dr. Miguel Albuquerque e pela sua equipa, está a voltar atrás e a assumir a forma de fazer política que combateu e contra a qual prometeu fazer diferente. Esta circunstância está bem patente no recente reactivar de relações com o Dr. Alberto João Jardim, homem que combateu, criticou e em relação ao qual se afirmou como alternativa e diferença”, salientou.

Filipe Sousa considera que quatro anos depois, Miguel Albuquerque é “um líder que não se soube afirmar, que vai buscar o homem que combateu porque vê nisso a única forma de ganhar eleições”. Mas sublinha que pior do que não se ter afirmado, é “não ter afirmado uma política que tivesse feito diferença na vida da Madeira e dos madeirenses”, salienta Filipe Sousa, afirmando que agora “surgem milhões como cogumelos. Milhões para obras, milhões para grupos empresariais, como o Grupo Sousa, milhões que fazem falta, por exemplo, na saúde que continua a morrer a fazer morrer quem dela precisa”.

Dado o falhanço comprovado do PSD, defendeu ser hora de o povo madeirense “olhar para o JPP como alternativa credível”, dando como exemplo o trabalho que tem sido realizado em Santa Cruz, e que, ao contrário dos milhões gastos sem fundamento pelo Governo Regional na recta final para eleições, tem tido em conta o interesse da população.

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