Há 20 anos, Durão Barroso fez uma levada na Madeira e circulavam notas falsas em Santa Cruz

12 Ago 2019 / 15:00 H.

A 12 de Agosto de 1999, na edição impressa do DIÁRIO, noticiava-se que circulavam notas falsas em Santa Cruz, tema que fazia manchete no matutino regional.

Recorrendo a estratégias distintas, desde a compra de um produto de pequeno valor ao pedido para trocar a nota noutras mais pequenas, os burlões conseguiram fazer passar várias notas de cinco mil escudos pelos comerciantes locais, com as diferenças a situarem-se na cor, dado que o verde era ligeiramente mais claro, e também no número de série, igual em todas notas, o que pressuponha a utilização de uma fotocopiadora a cores para o ‘fabrico’ das referidas notas.

Quanto aos passadores das notas, ao que tudo indica foram pessoas distintas, o que implicou o envolvimento de mais do que um indivíduo. O caso foi entregue à Polícia Judiciária a quem coube encetar as diligências necessárias para a identificação dos meliantes.

Durão Barroso em campanha pela Madeira percorreu a Levada da Serra em família

“É estranho que uma Região como a Madeira não tenha tido a atenção por parte do chefe do Executivo”, declarou Durão Barroso, então líder do PSD nacional, ao DIÁRIO, referindo-se ao facto de Guterres, enquanto primeiro-ministro, não ter efectuado nenhuma visita de trabalho à Madeira. Caso vencesse as eleições, Durão Barroso prometia ter uma actuação diferente, porque as ilhas mereciam “uma atenção especial”.

Barroso proferiu estas declarações após o passeio que efectuou, com a família e amigos, do Ribeiro Frio e à Portela, mais concretamente na Levada da Serra.

Avaria na ETAR do Porto Santo ‘enviou’ esgotos para o mar

Há 20 anos, em pleno Verão, houve alerta do DIÁRIO para uma avaria na ETAR do Porto Santo que ‘enviava’ esgotos a céu aberto para o mar da Ilha Dourada. Tudo porque registou-se uma avaria no sistema elevatório e as águas estiveram a correr para a praia.

Na ETAR, deveria ocorrer a separação líquidos/sólidos e a oxigenação da água, decantação e filtragem, a que se seguia o encaminhamento e despejo de águas no mar. Em reportagem no local, o DIÁRIO apurou que parte do processo não estava a ser cumprido.

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