Saiba o que hoje é notícia
A 22.ª edição da Universidade de Verão do PSD, iniciativa de formação política de jovens, arranca hoje em Castelo de Vide (Portalegre) com a intervenção do secretário-geral e líder parlamentar do partido, Hugo Soares.
Na sessão de abertura, ao final da tarde, discursarão também o presidente da JSD, João Pedro Luís, o chefe da delegação do PSD no Parlamento Europeu, Paulo Cunha, e Carlos Coelho, diretor da Universidade de Verão e de formação de quadros no partido e presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro.
Ao longo da semana, passarão por Castelo de Vide o ex-candidato presidencial Luís Marques Mendes, o antigo líder do CDS-PP Paulo Portas, o socialista e antigo autarca de Lisboa João Soares e dois ministros do atual Governo, Paulo Rangel e Margarida Balseiro Lopes.
Como habitualmente, a Universidade de Verão será encerrada no próximo domingo pelo líder do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Hoje, também é notícia:
DESPORTO
O Gil Vicente, que ganhou o único jogo disputado, tenta manter o registo 100% vitorioso na I Liga portuguesa de futebol, na receção ao lanterna-vermelha Casa Pia, ainda sem pontos ou golos, em encontro da terceira jornada.
A formação de Barcelos entrou na prova a ganhar, ao bater em casa o Rio Ave por 1-0, mas não disputou o embate da segunda ronda, no reduto do Sporting de Braga, que foi adiado.
Em contraste com o trajeto do onze de Luís Pinto, o Casa Pia soma por derrotas os dois jogos disputados, por 1-0 no reduto do Marítimo e por expressivos 7-0 na receção ao Benfica, pelo que ocupa o 18.º e último lugar.
O conjunto de Filipe Coelho é, para já, o único sem qualquer ponto somado na prova.
A jornada apenas fica concluída em setembro, com os jogos Moreirense-Benfica, no dia 09, e Estrela da Amadora-Sporting de Braga, no dia 10.
INTERNACIONAL
A Coligação da boa vontade sobre a Ucrânia, composta por cerca de 30 Estados aliados de Kiev, reúne-se na capital ucraniana por ocasião do 35.º aniversário da independência do país, hoje assinalado.
A reunião terá um formato híbrido -- alguns dirigentes não estarão em Kiev, caso do ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, participando por videoconferência -- e será coorganizada pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, e pelo primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, que participa pela primeira vez num encontro deste grupo.
Em Kiev, ao lado do Presidente Volodymyr Zelensky, estará, entre outros representantes, o presidente do Conselho Europeu, António Costa.
A coligação, lançada em março de 2025 por Paris em coordenação com o Reino Unido e que Portugal integra, reúne países dispostos a fornecer garantias de segurança à Ucrânia para impedir uma nova agressão da Rússia após o fim do atual conflito.
É a terceira vez que o grupo se reúne em Kiev desde que foi criado e este encontro acontece num momento em que Moscovo têm intensificado os ataques com mísseis balísticos e a liderança ucraniana pede ajuda para reforçar a defesa aérea, fortemente debilitada ao nível de mísseis intercetores.
A última reunião da coligação aconteceu em julho, em França. Na altura, Macron anunciou que a força multinacional criada para ser destacada na Ucrânia após o fim da guerra com a Rússia ia começar a treinar nos "países vizinhos" nos "próximos meses".
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O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, irá hoje dar mais detalhes sobre a "guerra económica" anunciada pelos Estados Unidos contra o Irão.
Na semana passada, o Presidente norte-americano, Donald Trump, falou numa "operação económica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país" e avisou que existiriam consequências económicas para qualquer país que fornecesse "qualquer tipo de apoio vital" ao Irão.
Posteriormente, Bessent garantiu que Washington "ia derrubar" o regime iraniano através de uma nova campanha de sanções, quase seis meses depois do início da guerra.
O Irão prometeu uma resposta "devastadora" à ameaça de sanções económicas dos Estados Unidos e, no fim de semana, afirmou que os países que apoiem a ofensiva de Washington serão considerados inimigos.
A China, um dos principais parceiros económicos de Teerão - mais de um quarto do comércio do Irão em 2024 foi realizado com Pequim -, criticou a ofensiva económica declarada pela administração norte-americana, apontando que "sanções unilaterais ilegais" e as "pressões" de Washington não são a solução para o problema.