Fazer é o nosso verbo!
Passaram-se pouco mais de uma centena de dias deste mandato e o caminho que começou a ser trilhado desde o primeiro dia é o planeamento e concretização de tudo o que projetamos para os próximos quatro anos.
É imperativa a boa execução orçamental, sobretudo no que toca aos investimentos. É a rede viária a primeira a ser intervencionada em diversos pontos já identificados, ao longo de todo o concelho, desde o Arco da Calheta até à Ponta do Pargo, melhorando as acessibilidades e promovendo o bem-estar da nossa população. E não serão apenas aqueles arruamentos inicialmente previstos no nosso Orçamento Municipal, à beneficiação do Caminho do Lombo na Ponta do Pargo, da Travessa da Ladeira na Fajã da Ovelha, do Caminho do Verde no Arco da Calheta, dos Caminhos do Lombo do Doutor, Atouguia e Lombo do Brasil na freguesia da Calheta, do Caminho do Jardim Pelado nos Prazeres juntam-se agora, em sede de revisão orçamental, a beneficiação do Caminho da Igreja, na freguesia do Estreito da Calheta e no Arco da Calheta o Caminho das Paredes, Caminho do Tanque, Caminho das Florenças, Caminho Velho e Caminho da Capela.
O investimento na rede de água potável é outra das prioridades, com a preparação de mais dois processos de recuperação da rede, nas freguesias do Estreito da Calheta e Arco da Calheta, além dos dois projetos piloto da freguesia dos Prazeres já em curso.
No que toca ao saneamento básico foi lançado procedimento para aquisição de novas viaturas para recolha de resíduos.
Já quanto à habitação nada está esquecido, com a preparação do projeto de reabilitação do Bairro do Paul do Mar, além da reafectação de prédios do domínio público para arrendamento destinado aos nossos jovens.
E não será por isso que a aposta na educação, a aposta no desporto e a aposta na cultura deixarão de ser o nosso foco.
Porque com a educação e cultura todos crescemos intelectualmente, todos abrimos novos horizontes e aprendemos a ter pensamento crítico e civilizado, cada vez mais necessário na nova dialética social muito desinformada e populista a atingir precisamente os menos preparados.
E a todos aqueles que aspiram chegar ao poder através da maledicência barata, a todos os que usam chuva artificial; os que fazem montagens de vídeos a deturpar a realidade dos factos para publicar nas redes sociais; que gritam e espumam raiva boca fora e tentam denegrir quem faz obra e dá o seu melhor pela causa pública. Para os que entendem que gastar na cultura é gastar em festas, a única resposta possível é que não queremos voltar à Madeira de antigamente onde o nosso povo vivia de migalhas, apenas sobrevivia, em casas com chão de terra batida, cabisbaixo, infeliz, com o medo a se sobrepor ao respeito e cuja ignorância dava muito jeito a quem mandava.
Lamentamos informar, mas não foi assim que aqui chegamos, não foi assim que a Calheta e os Calhetenses evoluíram, não foi a mentir por estratégia, que passamos a ser respeitados e admirados por esse mundo fora.
Foi com trabalho e resiliência de todos, com respeito e verdade, que o nosso concelho mudou, que evoluiu e cresceu a todos os níveis.
Por isso mesmo o nosso foco será sempre servir a nossa população. Já sabemos que os cães vão continuar a ladrar, mas a caravana vai passar porque há muito trabalho a fazer.