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Madeira

Chega afirma que "um voto no PSD é a mesma coisa que um voto no PS"

Partido discute Saúde e Autonomia nas jornadas parlamentares

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Os desafios do Sistema de Saúde e a crise política instalada foram os temas que dominaram no segundo e último dia das jornadas parlamentares do Chega, nas quais estão presentes os quatro deputados eleitos pelo partido para a Assembleia Legislativa da Madeira.

À margem das jornadas, os parlamentares madeirenses participaram em reuniões com o deputado do Chega eleito pelos Açores, nas quais foram discutidos temas comuns às duas regiões atlânticas, incluindo estratégias com vista o desenvolvimento económico, a diminuição das assimetrias sociais, a defesa do património cultural e o aprofundamento dos poderes autonómicos dos órgãos de governo próprio

A liderar a representação da Madeira, Miguel Castro, presidente do Chega Madeira e líder da bancada parlamentar, realçou a importância das jornadas para a estrutura nacional do partido, em especial para a definição das estratégias que serão seguidas pelo Chega na eminente campanha para as eleições legislativas nacionais, já agendadas para 10 de Março. O parlamentar madeirense afirma que o Chega é a única alternativa. 

O que estamos a ver no País comprova que apenas o Chega é uma alternativa ao socialismo instalado, pois o PSD não conseguirá uma maioria absoluta e, dado isso, só conseguirá formar governo aliando-se ao PS, que é exactamente o partido que nos levou ao pântano em que nos encontramos. Assim, um voto no PSD é a mesma coisa que um voto no PS, pois será o próprio PSD a trazer de volta o PS para a governação do país. Efectivamente, o CHEGA é a única alternativa! Miguel Castro

Já no que toca às reuniões mantidas com a representação parlamentar açoriana, Miguel Castro sublinhou o entendimento “sólido e de cumplicidade” entre o Chega Madeira e o Chega Açores, o qual prefacia períodos de grande colaboração entre as duas estruturas partidárias.

“Porque são duas regiões atlânticas, que partilham o património político da autonomia, o diálogo entre os parlamentares do CHEGA da Madeira e dos Açores é, e sempre foi, fluído e muito profícuo. Enfrentamos desafios comuns, temos aspirações comuns e ganhamos mutuamente com a partilha de experiências e de soluções. Apesar das várias especificidades que definem cada um dos nossos povos, há a certeza que nos podemos ajudar mutuamente e encontrar respostas válidas para desafios como o crescimento económico, a redução da pobreza, o alargamento dos poderes dos órgãos de governo próprio, o combate à toxicodependência e a defesa dos valores que nos definem como povo, o mais importante dos quais é a família.”