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Madeira Optics e os outros planetas no nosso Universo

Será que existem outros planetas como a Terra no nosso Universo?

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Entre as mais variadas perguntas que surgem quando falamos do Universo, podemos destacar duas que entusiasmam todas as pessoas, principalmente os astrónomos: há vida noutro planeta? Será que existem criaturas alienígenas que possuem uma inteligência semelhante à dos seres humanos? Sabemos que a primeira evidência de que existem outros mundos foi datada há cerca de 100 anos, envolvendo a observação de uma anã branca (sendo esta o tipo de estrela que o Sol se tornará daqui a cinco biliões de anos). O estudo envolvente sobre as anãs brancas faz-nos compreender que mundos rochosos, com composições semelhantes à da Terra, são comuns na nossa Galáxia - a Via Láctea. Isto faz com que haja uma boa perspetiva futura para encontrar planetas rochosos para hospedar vida.

Grande parte dos astrónomos espera que a vida apenas possa existir em apenas mais um planeta com tamanho, composição e caraterísticas semelhantes às do nosso planeta que é um planeta rochoso. Para além da Terra, Vénus, Marte e Mercúrio são considerados planetas rochosos pois são compostos maioritariamente por material sólido e contêm uma menor quantidade de material gasoso. Os astrónomos conseguem medir a composição dos blocos de construção de mundos rochosos que orbitam estrelas diferentes do nosso Sol e, consequentemente, conseguem perceber se essa composição é semelhante à da Terra. Caso se confirme essa semelhança, é possível concluir que esses mundos podem abrigar formas de vida alienígenas, não muito diferentes da vida na Terra.

No início, quando ainda ninguém falava da existência de quaisquer outros planetas além dos do nosso Sistema Solar, os astrónomos utilizavam técnicas para tentar encontrar planetas extrasolares, sendo estes planetas que orbitam em torno de outras estrelas para além do Sol. Uma das técnicas que utilizadas era designada de “imagem direta”, em que era tirada uma fotografia a um planeta e perceber se orbitava em volta de uma estrela.

As estrelas e a gravidade

À semelhança das criaturas vivas, as estrelas também têm um ciclo de vida: nascem, envelhecem e morrem. A nossa estrela é o Sol e está agora na meia-idade e existe há cerca de 4,6 biliões de anos. Depois do Sol se tornar numa anã branca terá um tamanho minúsculo, sendo por isso que se chama este tipo de estrelas de “anãs”. Por curiosidade, após essas estrelas se tornarem anãs brancas ficam aproximadamente com o mesmo tamanho que o nosso planeta Terra. Como todos nós sabemos, a gravidade é uma força básica da natureza e todos os objetos do nosso Sistema Solar – o Sol, os planetas e asteróides - sentem a força gravitacional de todos os outros objetos no sistema. A estrela anã branca é orbitada por planetas e por objetos menores, semelhantes aos asteróides e a força gravitacional de um planeta é capaz de mudar a orbita de um asteróide fazendo com que este se aproxime da anã branca. Consequentemente, a anã branca com a sua forte gravidade irá destruir o asteróide em pequenos pedaços de detritos rochosos. Por sua vez, os meteoritos têm a sua origem na colisão de asteróides.

Elementos Químicos

Tudo o que existe à nossa volta na natureza é construído através dos elementos químicos que encontramos na Tabela Periódica, nomeadamente os 92 elementos naturais. Estes elementos foram identificados consoante o tamanho do seu núcleo atómico. Podemos destacar o hidrogénio como o elemento mais simples e mais leve, enquanto o urânio é o elemento mais pesado. Para fazer esta medição, é utilizado um espectrómetro que separa a luz em várias cores do arco-íris e cada cor faz corresponder a um comprimento de onda de luz diferente. Visto que cada elemento emite e absorve luz em apenas determinados comprimentos de onda, caraterísticos desse mesmo elemento, o espetrómetro é capaz de identificar quais os elementos presentes num determinado material. Assim, os astrónomos conseguem identificar quais os elementos que constituem os detritos rochosos provenientes dos asteróides.

Quando comparamos os elementos que compõem a Terra e asteróides com a composição dos detritos vistos na atmosfera de muitas estrelas anãs brancas, é possível perceber se o que orbita em torno de outras estrelas, que não o Sol, são mundos rochosos semelhantes à Terra, ou não. Assim sendo, com os múltiplos estudos, os astrónomos já conseguiram afirmar, utilizando os espectroscópios, que a composição dos planetas extrasolares rochosos contém quatro elementos abundantes no planeta Terra, sendo estes: oxigénio, ferro, magnésio e silício. Assim sendo, esta conclusão aproxima-nos, ainda mais, da possibilidade de outras formas de vida possam existir no nosso Universo.

Todos estes elementos mencionados anteriormente que constituem a Terra, e outros, não estão todos juntos, de forma igual, no nosso planeta. É do conhecimento geral que a maior parte do ferro está concentrado no seu centro, sendo designado de núcleo. O manto, localizado no topo do núcleo, é rico em magnésio. Enquanto a cama externa – a crosta - é rica em silício e alumínio. Aos planetas e grandes asteróides que contenham composições diferentes em profundidades diferentes são chamados de “diferenciados”. No caso da anã branca, esta é rica principalmente em alumínio e possui pouco ferro.

Agora que os astrónomos sabem que existem outros planetas com as mesmas composições que o nosso, falta apenas chegar à conclusão se será que algum desses planetas abriga formas de vida alienígenas. E você, o que acha? Ficou curioso com todos estes fenómenos de estrelas, anãs brancas, asteróides e com a beleza infinita do nosso Universo?

Na Madeira Optics temos uma panóplia de telescópios para observar o nosso Sistema Solar, desde os mais básicos para os nossos astrónomos iniciantes ou para os mais experientes. Podemos falar-lhe dos telescópios para as crianças que hoje em dia são instrumentos educativos que incentivam o querer aprender, o querer observar e o queres descobrir novas aventuras para alem do nosso planeta terra. Assim sendo, aconselhamos o nossos telescópio Levenhuk LabZZ TK60, um presente perfeito para crianças que estejam interessados na astronomia. Para operar este telescópio não necessita de habilidades especiais, pois tem incluído uma caixa onde poderá transportar todo o material do telescópio para assim utilizar em qualquer lugar que pretender.

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