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País

Imprensa nacional refere que plano de recuperação precisa de vários milhões de euros

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Os jornais nacionais voltam a destacar hoje, 21 de Abril, o retrato de Portugal perante a Pandemia covid-19.

O Público traz hoje uma entrevista com Mário Centeno, presidente do Eurogrupo. “Estamos a falar de 12 zeros para o plano de recuperação”, refere o português no dia em que o jornal refere que as Forças Armadas podem ser chamadas a controlar fronteiras. Os lares pedem mais colaboração do Ministério da Saúde, a Euribor a três meses completa cinco anos em valor negativo, mas pandemia pode inverter tendência. Professores contam como é dar aulas através da televisão numa altura em que não houve tempo para ensaiar.

O Diário de Notícias de Lisboa escreve hoje que os cientistas portugueses estão em modo Covid-19 nas várias frentes da luta contra a pandemia. Grande parte da capa deste matutino é reservada a uma fotografia de Putin, presidente da Rússia que se debate contra um adversário chamado pandemia.

O Jornal de Notícias refere que o seguro escolar deixa de fora ensino à distância. Os professores de Educação Física estão preocupados com as aulas e aguardam resposta do Ministério. A crise afecta restaurantes e cafés que não têm dinheiros para recorrera ao lay-off. Na Mada, auxiliar de centro de saúde está infectada mas não consegue ter acompanhamento médico. Há um recluso que foi libertado, mas prefere permanecer na prisão e a normalização das celebrações religiosas serão normalizadas em Maio.

É ainda destaque no JN um surto de sarampo que ameaça a Europa. Tudo porque a pandenia Covid-19 provocou uma queda na vacinação.

O Correio da Manhã destaca o vírus Covid-19 à solta no coração de Lisboa depois de 138 pessoas serem contaminadas em hostel de 36 quartos.

O I destaca que profissionais de saúde ainda não recebem aumento este mês. O Ministério da saúde assumiu que só no final de Maio vai conseguir pagar os aumentos com retroactivos.

António Maia Gobçalves diz que “por mais que venham dizer que isto cá está muito mal, basta olhar para Itália Ou Espanha”, refere intensivista.

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