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Centro de Simulação Clínica formou cerca de 4.000 desde 2012

Até ao final do ano a estrutura vai receber duas formações de âmbito nacional para internos de anestesia

Foto Arquivo
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O Centro de Simulação Clínica da Madeira custou cerca de dois milhões de euros, está em funcionamento desde 2012 e desde então já proporcionou mais de 250 formações que abrangeram cerca de 4.000 profissionais de várias áreas, ultrapassando mais de duas mil horas em contexto clínico idêntico a situações reais. Por estes números é um dos centros com mais actividade na área da simulação, destacou o secretário regional da Saúde, revelando que até ao final do ano estão previstas duas formações que são obrigatórias para os internos de anestesia do país. Esta manhã decorreu uma nova sessão para enfermeiros na área da anafilaxia.

Há especialidades da qual a simulação que já faz parte dos conteúdos de formação e é nesse âmbito que até ao final do ano o Centro de Simulação Clínica da Madeira vai dar duas formações que são obrigatórias para os internos de anestesia a nível nacional. “São formações recomendadas pelo colégio de especialidade de anestesia do país que têm de ser feitas na Região Autónoma da Madeira porque é o centro que dá a melhor resposta e a melhor garantia de aprendizagem em relação a essas duas áreas”, destacou Pedro Ramos. Além disso, também os Açores já mostraram interesse em ter um centro, depois da experiência no Centro de Simulação Clínica da Madeira.

Hoje enfermeiros de vários centros de saúde estão neste centro de treino para aprender a melhor responder a uma choque anafiláctico, uma reacção rara que atinge vários sistemas e que em último caso pode levar à morte, como explicou Dinarte Freitas, coordenador do Centro de Simulação Clínica. “É como uma bola de neve”, diz. Os sistemas vão-se alterando, agravando a situação do doente, culminando com a paragem respiratória.