O país Portugal protagonizou um Holocausto Académico!
Epifenómeno (do grego epi que significa pequeno que interage como prefixo e phainómenom que significa trazer à luz) não há-de ser um predicativo de sujeito do que equaciona ser rude, efémero, tíbio, jacente de intelecto: por suma “Dolo!”.
As causas apostólicas (na triste venência da expressão latina) atingem crises não-orgásmicas de um “sarau” especulativo, pós-militante, não entorpecido de afazeres mas Sim de razôes de estar de quem se diz/quer “apóstolo de Pedro” “desassombrado com a cátedra” “afunilado de prédicas oracionais (ou de fé)” “co-habitante de liturgias que predizeriam uma relação mesmo teísta com a sé apostólica”.
“Não há um lugar no tempo que não seja ténue para um vazio.” A própria Segurança Social disse, diz, dirá, olfactará a sina de quem convive à mão ou de mão com a mais triste sina da Mulher Portuguesa.
Mas o país Portugal convive na memória, no sonho, no holograma dramático, no “budget”(passo anglicanismo), na doce realidade de inserção, no afazer jurídico, no terrapleno da carne queimada de um holocausto académico.
Ficam Aqui vozes, sorrisos, e-mails não enviados, sobejantes alegrias, “lições cem” de quem só não mais AMA.
As ilações ulteriores de quem ama são as ilações ulteriores de quem ama! Fico daqui com o meu desdém e a realidade típica de um país moribundo, solitário, “apparatchik” de quem desespera e “orgulhoso” pelo pouco que tem/espera.
Pedro André Fernandes Prioste