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Crónicas

Entrar novo no ano

Com esta lista, é provável que não mudemos o mundo, mas mudamos, seguramente, a nossa vida e a do mundo à nossa volta

Nunca fui dada a repetir anos. Cheguei a fazê-lo por motivos que acreditava serem maiores. Ainda assim, há quatro anos, jurei a mim mesma que não voltaria a cair nesse erro. É que, por vezes, insistimos em repetir anos, quando escolhemos, por exemplo, ignorar o “elefante” na sala (ignorar o que aconteceu), quando atiramos para ‘debaixo do tapete’ as dores e escondemos ‘numa gaveta’ as aprendizagens, quando viramos a página rápido demais… Sempre que fazemos isto, o ano novo, de novo só tem o(s) dígito(s). Na verdade, ele tende a ser igual ao ano anterior. Só porque nós continuamos iguais. Continuamos a pensar, a sentir e a fazer exatamente da mesma forma. E assim, nada se transforma, nada muda.

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