Black PR: uma prática antiética e (até) ilegal
Sobretudo em contexto político e especialmente em períodos eleitorais, temos assistido a várias situações que comprovam o recurso a práticas menos corretas por parte dos profissionais de Relações Públicas (RP). Por exemplo, nas Legislativas de 2024, foram relatados casos de manipulação de discursos e partilhas de conteúdos descontextualizados ou falsificados para desacreditar candidatos ou partidos, conforme divulgado recentemente num relatório do OberCom que analisa publicações em diferentes redes sociais. E também é cada vez mais frequente a utilização de ferramentas de Inteligência Artificial para criar e divulgar conteúdos enganadores, incluindo vídeos manipulados (“deepfakes”).
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