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Adeus Antonoaldo

Acabou a ditadura do Antonoaldo. Temos uma TAP livre de uma aberrante venda a privados e recuperada por um estado socialista que, vá lá saber-se, até poderá ter vendido para mais tarde comprar. A pandemia acaba por ser a justificação oficial deste negócio bilionário, quando a verdadeira doença da empresa é a sua gestão corrente. Não é só financeira mas, especialmente, a forma como explorou e tratou os portugueses insulares da Madeira. Um permanente desprezo para as obrigações sociais de uma das empresas mais estratégicas para o triângulo português. O que vem aí faz tremer de medo.

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