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Conceição Pereira mentiu

A leitora Conceição Pereira, qual dinossauro da nossa política do bota abaixo, escreveu carta pegando em texto de opinião que escrevi no Diário. Respondo apenas porque mentiu, o que fica feio ainda que me conheça bem de instituições que participámos em simultâneo. Primeiro informá-la que sou trabalhador por conta de outrem, coisa que “experimento” toda a vida pública e privada desde 1976 como professor, ainda que também empresário de pequenas sociedades. Segundo dizer-lhe que não falei em parasitas mas em “abutres de esquerda” que fazem política para se elegerem apenas a si próprios. A sua política não é de molde a ter muitos apoios. É apenas a suficiente para serem eleitos e tão absurda para não terem concorrência. Veja o seu partido que até não elegeu qualquer deputado. Um fracasso colectivo. Mais um. Digo-lhe ainda que falo de empresas pois preocupam-me a sua melhor componente: os trabalhadores. Uma empresa não sobrevive sem trabalhadores, nem o inverso, pelo que lutamos em conjunto pelo seu sucesso. Os tais abutres só aparecem nos tempos de crise e preocupação. O partido comunista já apareceu e por isso você achou-se na obrigação de marcar ponto. Tal é a insignificância do bloco de esquerda que não o mencionei. É a diferença de parasita para abutre, qual animal necrófago. Você contesta o dinheiro do lay-off, transferido de Lisboa para a Madeira. São 50 milhões de euros de subsídios que muito ajudam a nossa pobre economia. Assim, com a ajuda deles, não fica tão mau como você preferia.

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