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Vacinação recomendada para 1.º ano de vida é prioritária

Foto LUSA
Foto LUSA

A Direção-Geral da Saúde (DGS) definiu como prioritária a vacinação recomendada para o primeiro ano de vida no programa nacional, lembrando que estas vacinas conferem proteção contra 11 doenças potencialmente graves.

Numa nota publicada no seu ‘site’, e perante a necessidade de adotar medidas de caráter excecional e temporário para prevenção da transmissão da infeção por covid-19, a DGS diz que é prioritária a vacinação recomendada para o primeiro ano de vida da criança e sublinha que, “aos 12 meses, as vacinas contra o meningococo C e contra o sarampo, papeira e rubéola são muito importantes”.

“A situação epidemiológica do sarampo a nível mundial não permite adiar”, alerta a DGS, que recomenda a vacinação “o mais breve possível” às crianças que têm estas vacinas em atraso e diz aos pais para contactarem as respetivas unidades de saúde.

Na lista de prioridades definidas pela autoridade de saúde nacional surge em seguida a vacinação BCG das crianças com risco identificado de tuberculose grave e a de doentes crónicos e outros grupos de risco no âmbito do Programa Nacional de Vacinação (PNV).

A DGS recomenda igualmente as grávidas a “procurar ativamente a vacinação contra a tosse convulsa”, lembrando que esta tem como objetivo “a proteção do bebé nos primeiros meses de vida”.

“A vacinação poderá ser adiada, mas nunca para além das 28 a 32 semanas de gestação. Deve contactar a sua Unidade de Saúde”, alerta ainda a Direção-Geral da Saúde.

Há 43 mortes associadas ao vírus que provoca a covid-19 em Portugal e 2.995 infeções confirmadas.

Dos infetados, 276 estão internados, 61 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 22 doentes que já recuperaram.

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 428 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 19.000.

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