Promiscuidade e negligência
De promiscuidade, entre sectores, provar eis a questão que até esbarra com a lei de protecção de dados(...)e com direitos do utente(...)a promiscuidade pode existir numa relação que aparentemente é “cumpridora” da lei(...)mas existem indícios muitas vezes ou circunstâncias que evidenciam uma relação de promiscuidade, senão até de cumplicidade porque envolve o utente, e inclusive por essa via, torna-se impossível provar que ela existe; no entanto “circunstâncias e evidências” apontam para a sua existência. Provar eis uma questão nuclear, que não interessa ao GR, ás Ordens Profissionais, e ao que parece,a quem se alimenta do orçamento da saúde, mas então investiguem, já que neste pais tudo se investiga e nada acontece, qual o problema.É deveras ridículo, assistir a esta Comissão Parlamentar de Inquérito, parece mais uma versão moderna do julgamento dos Távoras: inocência não interessa, quando se servem benefícios obscuros. Nessa época, não existiam certezas de nada, tal e qual como, agora,ter certezas, é difícil, quando se fala em negligencia e promiscuidade, mesmo que ela caminhe ao nosso lado, “sempre sorrindo”.Mas esta Comissão de Inquérito Parlamentar, constituída, logo de seguida ao programa da TVI24, é um copia fiel da Santa Inquisição, não se procura a verdade, procuram um culpado, forçosamente, culpado custe o que custar. Estamos perto da Pascoa, vem a calhar. Parece, que todos são cegos, e ao longo destes anos todos, de subserviência e poder déspota, de uma democracia rasca, sem qualidade, nem brio, habituada a vender e a comprar, seja o que for, inclusive, a alma de alguns pobres de espírito, que se vendem por um cargo e por um tacho.Na saúde, é fácil de se ver, a cumplicidade, e a dinâmica tipo maçónica, entre o privado e a saúde, que se alimenta do menu, orçamental , sentam-se à mesma mesa, e discutem como se alimentar e em que proporções, mas apanhar padrinhos e afilhados, requer arte e engenho, requer também enfrentar gente, habituada, a não ser contestada, mas que agora começa a verificar, que as coisas, começam a mudar; inclusive políticos, que dizem determinadas asneiras na TV, enfrentam a ira do povo, quando infelizmente, e em determinadas circunstancias, têm de se misturar com a plebe que os elege, e premeia com piropos matinais.Todos nós sabemos a razão, do desinvestimento formativo na saúde,e o que actualmente se passa tem um nome, incompetência e ignorância; mas estão a fazer uma coisa, alimentam uma privada promiscua e a saúde é um cabaré, cuidados transfronteiriços, isso é um bailinho, o que interessa é o CINM, a um GR, que não governe, mas que sirva o superior interesse dos seus padrinhos e afilhados.E se o povo soubesse que no nosso CINM, também facilitou, empresas do ramo da saúde, farmacêuticas, que comercializam, medicamentos, onde os pobres são usados como cobaias humanas, enquanto as grandes farmacêuticas não pagam impostos.. pagina 148 Suite 605... é a subversão dos valores éticos e pelo respeito pela vida, e então as denuncias do Dr. Rafael Macedo, comparadas com estas coisinhas, a promiscuidade na saúde, pode chegar inclusive ás praças financeiras...coitado do povo enganado e ignorante. Que tal uma CPI para averiguar estas “tontices”.