Governo Regional quer melhorar a comunicação

16 Out 2019 / 12:59 H.

A primeira reunião do XIII Governo Regional durou cerca de duas horas e serviu para abordar a orgânica das secretarias regionais, recursos humanos, instalações e comunicação, bem como os assuntos pendentes que transitam do Executivo anterior.
Pedro Calado foi o porta-voz e destacou a importância de “começar já a trabalhar” com um “Governo a funcionar em bloco, unido, com a liderança do presidente” para “passar uma imagem de confiança a toda a população”.

As orgânicas das várias secretarias deverão estar concluídas nas duas próximas semanas. Amanhã, o vice-presidente vai reunir-se com os secretários-regionais para discutir questões técnicas das nomeações e competências.

Pedro Calado fez questão de lembrar que, com a entrada em funções do novo Governo Regional, todas as nomeações de directores regionais e outros cargos terminam, sendo necessário proceder a novas nomeações.

O vice-presidente garante que não haverá grandes alterações no número de cargos, sendo que a maioria dos titulares vão transitar das equipas anteriores. O aumento de nomeações deverá acontecer, sobretudo, com as duas novas secretarias, Economia e Mar e mesmo nestes casos há muitos quadros que transitam de secretarias do anterior governo.

Entre as novidades na orgânica deverá estar a criação da Direcção Regional da Emigração e Cooperação Externa, para a qual é apontado Rui Abreu e da Direcção Regional da Juventude.

O novo Governo pretende melhorar a comunicação. “Todos aprendemos com o passado”, reconhece Pedro Calado que adianta que o objectivo é, mantendo as estruturas de cada secretaria, garantir maior coordenação na comunicação.

O governo vai manter a metodologia de trabalho, com uma reunião preparatório, á segunda-feira e uma reunião semanal, à quinta-feira.

Nesta primeira reunião foram abordados alguns assuntos pendentes, nomeadamente o diálogo com a República, sobre o financiamento do Novo Hospital, juros da dívida e mobilidade. Também foram referidas situações que “não pararam porque houve eleições”, como as obras em cursos e o ano lectivo.