Razões do voto em Catarina Martins
Num momento em que muitos portugueses sentem cansaço, desilusão e falta de respostas, a candidatura de Catarina Martins à Presidência da República surge como uma proposta clara de rutura com a resignação instalada. Num país onde o acesso à saúde, à habitação digna ou a um trabalho com direitos continua a ser um desafio para milhares de pessoas, é legítimo perguntar quem está disposto a enfrentar estes problemas de frente, e não apenas a geri-los. Uma das razões centrais para votar em Catarina Martins é a sua leitura clara da realidade social do país. Ao denunciar o falhanço do Estado em áreas essenciais, não o faz por oportunismo político, mas a partir de uma experiência concreta de quem tem estado ao lado de quem mais sofre com as desigualdades. A sua candidatura parte de uma ideia simples, mas poderosa: não aceitar que o medo, o conformismo e a falta de esperança se tornem a norma na vida democrática. Catarina Martins defende uma Presidência ativa, que use a sua voz para proteger os direitos fundamentais, valorizar o trabalho e exigir serviços públicos fortes e acessíveis. Num tempo em que cresce a precariedade e em que muitas famílias vivem com dificuldades, esta posição não é ideológica: é uma questão de justiça e de dignidade.
Outra razão forte para apoiar esta candidatura é a coerência. Ao longo do seu percurso político, Catarina Martins mostrou que é possível fazer política com firmeza sem abdicar do diálogo, e com convicções sem cair no populismo. Num cenário político marcado por promessas vagas e discursos vazios, essa coerência é um valor raro e necessário. Votar em Catarina Martins é também afirmar que a esperança não é ingenuidade, mas uma escolha consciente. É recusar a ideia de que “não há alternativa” e acreditar que o país pode ter uma Presidente que atue com mais humanidade, transparência e coragem. A Presidência da República não resolve tudo, mas pode, e deve, ser um espaço de defesa dos direitos, de exigência democrática e de proximidade com as pessoas. Num tempo de incerteza, escolher Catarina Martins é escolher uma voz que não se cala perante a injustiça e que acredita que a Democracia só faz sentido se melhorar, de facto, a vida de quem nela vive.
Por todas estas razões, e muitas mais que não cabem neste texto, no próximo dia 18 de janeiro votarei em Catarina Martins, para Presidente da República do nosso país.