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Imprensa nacional refere que é preciso dar atenção aos doentes não Covid

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Prioridade à Covid-19 põe em risco doentes não urgentes. A notícia faz manchete na edição desta segunda-feira, 13 de Abril, no Público. O jornal conta a história de Beatriz Ferreira que foi operada à coluna em Novembro. Estava a fazer fisioterapia e foi obrigada a parar por causa da covid-19.

Nesta edição saiba que o gel desinfectante para as mãos só é eficaz se tiver 60% de álcool, mas a qualidade deste produto não está a ser testada. Depois de quatro semanas de cerca sanitária, Ovar retoma actividade industrial, com críticas de empresários.

O Jornal de Notícias refere que os profissionais de saúde são dos mais mal pagos da Europa. A notícia surge numa altura em que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson agradeceu o trabalho de um enfermeiro de Aveiro que trabalha em Londres. O fim das medidas restritivas só quando houver vacina disponível. A telescola volta três décadas depois, numa altura em que há centenas de famílias a pedir apoio por falta de liquidez. Queda nas vendas de vinho afunda produtores.

O I destaca hoje os heróis anónimos da saúde. “Quando ultrapassarmos isto estaremos exaustos”, afirma Pedro Freira, o médico que já pensa nas listas de espera que estão a avolumar-se devido à pandemia.

Outros heróis anónimos – um talhante, um porteiro e um estafeta da Glovo – contam as histórias de profissões que não podem parar.

O Correio da Manhã escreve que só 150 mil estão imunes ao vírus e os idosos podem ficar meses isolados.

O enfermeiro de Aveiro que salvou a vida a Boris Johnson tem destaque na capa do CM, assim como António Costa que foi às compras com uma luva e sem máscara. Isto no dia em que os alunos se mostram contra a cobrança de propinas.

O Diário de Notícias refere que não é possível fazer o que fazíamos antes aos doentes não covid. A mortalidade cresceu no mês de Março, a procura das urgências desceu e o Bastonário da Ordem dos Médicos lança o alerta: é preciso acautelar que os doentes prioritários não covid não sejam o principal dano colateral do combate à pandemia.

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