Imprensa nacional destaca investigações à Covid-19 e luta pelo futuro da cultura portuguesa

Lisboa /
22 Mai 2020 / 09:06 H.

Num breve olhar sobre os jornais nacionais desta sexta-feira, 22 de Maio, saiba quais os principais destaques da imprensa.

O Público escreve que nunca a dívida do SNS a fornecedores foi tão baixa. Em Março deste ano, a dívida vencida há mais de 90 dias estava em pouco mais de 169 milhões de euros. Efeitos da Covid-19 só deverão sentir-se em Junho.

Do sufoco fez-se luta. Unidos pelo presente e futuro da cultura em Portugal juntou várias pessoas em manifestação.

Universidades tentam evitar fraudes em exames e foco de contágio na Azambuja causa receio na região de Lisboa.

O jornal I traz hoje uma entrevista a Carlos Neto, professor e investigador. “Brincar é uma excelente forma de conquistar imunidade”, refere o especialista.

A saúde em tempos de confinamento: amputações de diabéticos estão a disparar. O alerta é do médico José Manuel Boavida, presidente da associação Protectora dos Diabéticos de Portugal. Fisioterapeutas suspenderam actividade durante este mês de pandemia. Crise faz disparar créditos nas farmácias.

No Jornal de Notícias, padres celebram missas de funerais dentro das igrejas à revelia da DGS. Cerimónias em espaços interiores estão proibidas até 30 de Maio. Paróquias e autarquias aplicam regras diferentes nos cemitérios.

Cadeia devolve doente oncológico. Esteve 12 minutos em Custóias mas terá de ir para Caxias, a 300 KM.

Liderança de Proença tem prova de fogo em Junho.

O Correio da manhã destaca a investigação à morte do rapper.

PJ investiga testemunha-mistério na morte de rapper. Amiga do músico fugiu do local do crime sem chamar a polícia.

Feirantes protestam contra falta de apoio. Recibos verdes sem formulários. Governo poupa uma semana no layoff; moratórias das rendas prolongadas, novo fico do vírus preocupa Azambuja e Covid-19 cancela desta Motard

O Diário de Notícias de Lisboa aborda as Máscaras e o calor. Está em marcha um estudo sobre o impacto na pele. Os profissionais de saúde são os que mais sofrem com dermatoses e outras manifestações na pele, mas também outros começam a revelar irritações pelo uso prolongado de máscara e que se agrava com o calor.

No centro Hospitalar Lisboa Norte há uma equipa a estudar os efeitos dos equipamentos de protecção à procura de respostas para minimizar o desconforto.