CMF começa a modernizar redes de água em São Roque e Santo António a 2 de Março

28 Fev 2020 / 14:13 H.

O presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF), Miguel Silva Gouveia, anunciou hoje, à margem da Assembleia Municipal do Funchal, que arranca na próxima segunda-feira, dia 2 de Março, a obra de substituição das redes de distribuição de água em fibrocimento no sector ocidental do Funchal, designadamente no Caminho do Lombo do Jamboeiro, a sul da Estrada Comandante Camacho de Freitas, no Caminho da Azinhaga e no Caminho da Penteada.

A intervenção abrange mais de 2km de rede, está orçada em 566 mil euros e durará cerca de 10 meses no total.

“De forma a reduzir os constrangimentos”, o autarca explicou que os trabalhos serão divididos em duas fases: a primeira fase, com uma duração aproximada de 5 meses, ocorrerá entre o Caminho do Lombo do Jamboeiro e a rotunda dos Álamos, implicando a interrupção do trânsito nesse arruamento; a segunda fase, também com duração prevista de 5 meses, decorrerá a partir do Verão no Caminho da Penteada, entre a rotunda dos Álamos e a Estrada da Universidade, com condicionamentos ao trânsito rodoviário, mantendo-se, todavia, a circulação.

Também na próxima segunda-feira, dia 2 de Março, principia a substituição da rede de água na Rua do Campo do Marítimo, em Santo António, no âmbito do novo projecto municipal de controlo e monitorização de fugas nas redes de água, tornando-se necessário condicionar a circulação rodoviária, que será feita de forma alternada em dois troços com cerca de 40 metros, por um prazo de três semanas.

Miguel Silva Gouveia sublinhou que “este é um dos grandes desígnios do executivo camarário para o ano que agora começa”: “Em 2020, a Câmara Municipal vai prosseguir o seu ambicioso plano de modernização das redes de água no concelho, lançando empreitadas para substituição de condutas em cerca de 17 km da rede. Até ao final do ano, serão substituídas todas as condutas em fibrocimento ainda existentes no concelho e daremos início a um investimento histórico no controlo e monitorização de fugas nas redes de água, associado ao sistema de telegestão existente”.

Desde 2018, a autarquia já renovou cerca de 8 km de rede, substituindo as antigas condutas em fibrocimento, que eram um foco de roturas, por novas redes de distribuição de água, relembra o presidente, reforçando que “em 2020, a intervenção será exponenciada”.

Miguel Silva Gouveia nota ainda que “estes são trabalhos de fundo que nunca tinham sido feitos no concelho a esta escala e que hoje são inadiáveis e fundamentais. São obras que exigem coragem da nossa parte, porque provocam transtornos e constrangimentos no espaço público dos quais estamos bastante conscientes, e que não terão visibilidade depois de prontas, e se calhar por isso foram adiadas durante muito tempo, porque não dão votos”. Não obstante, “são essenciais em termos de sustentabilidade ambiental e de futuro e é por isso que continuaremos a fazê-las”, remata.