O bom, o mau e a procissão
Tornou-se lugar-comum exigir aos partidos, sob pena de cobardia popular, que aceitem a convocação sucessiva de eleições. Embora, num regime democrático, a ida às urnas raramente seja um problema, nunca é a panaceia para todos os males que nos afligem. Que o diga Emmanuel Macron que, na sua mensagem de ano novo aos franceses, reconheceu que a dissolução da Assembleia, decidida por si no verão passado, trouxe mais instabilidade e divisões do que soluções ao povo francês. Terá Marcelo ouvido o discurso do homólogo francês?
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