PARTICIPAÇÃO
Maria Manuela Brazão Farinha Barreiro
FALECEU
R.I.P.
Seus filhos: José Armando Farinha Barreiro, sua esposa e filhas, Maria Fátima Farinha Barreiro da Silva, seu marido e filhos e Roberto Sidónio Farinha Barreiro, sua esposa e filhos e demais família, cumprem o doloroso dever de participar às pessoas de suas relações e amizade, o falecimento da sua saudosa mãe, sogra, avó e parente, residente que foi à Rua Dr. Sidónio Pais, nº 14, freguesia de Santa Luzia e que o seu funeral se realiza hoje, com celebração de Exéquias Fúnebres, pelas 10:30 horas, na capela do Cemitério de Nossa Senhora das Angústias, em São Martinho, prosseguindo o seu funeral, para Jazigo, no referido cemitério.
A família agradece às pessoas que se dignarem a acompanhar o funeral da sua saudosa familiar e participa que será celebrada a Missa do 7º Dia, no próximo Domingo, dia 31, pelas 10:00 horas, na Igreja Paroquial de Santa Luzia.
A família, mui reconhecidamente, agradece aos médicos, enfermeiros e assistentes operacionais do 2º andar-poente do Hospital Dr. Nélio Mendonça, pela forma carinhosa, atenciosa e dedicada, como sempre trataram a sua saudosa familiar durante a sua doença e internamento.
Um agradecimento especial ao Sr. Dr. Jorge Romeira, por toda a dedicação e acompanhamento.
Para a minha avó-mãe,
A minha avó e eu somos um sério caso de amor, unidas há 24 anos por uma cumplicidade única, que só nós sabemos.
Quando era pequenina, os dias eram perfeitos, porque eram passados ao teu redor, a beber da tua sabedoria, a sentir o teu carinho, o teu afeto. A avó dos doces, a avó das letras, a avó das compras, a avó curandeira. Era tanto o amor que sentia por ti que não cabia no meu pequeno coração, cuidavas como uma mãe, brincavas como uma melhor amiga.
Quando começaste a ter alguns problemas, encarei como missão a inversão de papéis que a vida criou, e fiz por ti tudo o que podia, porque amar é cuidar, e o vislumbrar da tua decadência física nunca me fez, nem fará, esquecer aquilo que tu foste, aquilo que tu ainda és para mim.
Um dia, um senhor muito sábio no leito da sua morte, virou-se para mim e disse: “Mariana, as pessoas nascem e morrem, o amor não!”
É com esta ideia que de ti me despeço, sabendo que o nosso amor é verdadeiro e eterno, e minha avó-mãe, o quanto os meus filhos escutarão o teu nome, o quanto comerão os teus bolos, o quanto te amarão, como eu te amarei, por toda a minha vida!
Minha avó-mãe, descansa em paz, protege-me e promete-me que um dia estarás novamente junto a mim.
Com o maior amor do Mundo,
Mariana Abreu Barreiro
Funchal, 27 de Maio de 2020