O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje que vai continuar a “ocupar-se” de Cuba, após a eleição de Miguel Díaz-Canel como sucessor de Raúl Castro na presidência do país.
Durante uma breve visita a Florida Keys, um arquipélago composto por cerca de 1.700 ilhas e ilhéus no sudeste dos Estados Unidos, e em resposta a perguntas do público que o recebeu e se despediu do Presidente na base naval e aérea de Key West, Trump afirmou que ama Cuba.
Em Washington, uma fonte da Casa Branca citada pela agência noticiosa Efe disse “duvidar” que Trump efetue algum contacto com o novo Presidente cubano para o felicitar pela sua eleição.
Os Estados Unidos pediram hoje ao novo dirigente da ilha caribenha que “escute” o desejo do povo cubano sobre um país “mais livre e mais democrático” que melhore a sua qualidade de vida e termine com a “repressão”.
Na sua deslocação, Trump insistiu na necessidade de um muro na fronteira com o México e felicitou o combate contra o tráfico de estupefacientes pelos comandos sul dos Estados Unidos (Southcom) e norte (Northcom) durante uma reunião mantida com a Joint Interagency Task Force South, baseada nessa região.
“As drogas estão a fluir no nosso país. Necessitamos de proteção na fronteira, necessitamos do muro, temos de erguer o muro”, disse em declarações aos ‘media’.
Em paralelo, criticou os democratas, acusando-os de não pretenderem aprovar essa construção “por pensarem que politicamente é bom, mas não é”.
“Se observarmos o que está a acontecer na Califórnia com as cidades santuário [que se negam a colaborar nos programas migratórios], as pessoas vão de facto pelo caminho oposto. Eles não querem cidades santuário. Há uma pequena revolução na Califórnia”, acrescentou.
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