Raquel Coelho é candidata do PTP à Câmara Municipal do Funchal

Conselho Regional do Partido Trabalhista Português aprovou o nome da ex-deputada regional para cabeça-de-lista às eleições autárquicas

05 Mai 2017 / 18:49 H.

O Conselho Regional do Partido Trabalhista Português, reuniu dia 4 de Maio de 2017, para debater a estratégia e linhas orientadores do Partido para as autárquicas no Concelho do Funchal e elegeu a dirigente do PTP, Raquel Coelho, como cabeça-de-lista.

A apresentação da candidatura ao Concelho do Funchal está marcada para o dia 19 de Maio.

“É do entendimento do Partido que a candidata escolhida ao Município do Funchal vem dar resposta a um grande anseio da população por uma voz diferente, alguém que não esteja condicionado e subjugado aos interesses dos grupos económicos que controlam e subjugam as populações da Madeira – como se tem assistido nas candidaturas de outros partidos”, justifica o PTP. “Os Funchalenses merecem alguém livre e com a coragem necessária para romper com aquelas que foram as políticas do passado que levaram à ruína financeira e económica e social do município”.

Noutro ponto do comunicado emitido esta tarde, o PTP diz que “é necessário encetar políticas de combate ao despesismo, à corrupção, ao despotismo e às medidas eleitoralistas que tem caracterizado a governação autárquica do PSD nos últimos anos e também do atual presidente, Paulo Cafôfo”, ataca. “Que à custa dos impostos municipais e com a manobra da publicidade institucional paga, vai-se autopromovendo e comprando notícias favoráveis junto dos órgãos de comunicação social”. E continua: “Usa e abusa dos dinheiros públicos e do cargo que ocupa para beneficiar sua candidatura, violando os deveres de neutralidade e imparcialidade a que está sujeito pela Lei Eleitoral, enquanto recandidato ao Funchal. Fez da CMF uma agência de emprego e um centro de negócios para pagar favores políticos e aglutinar apoios em volta da sua candidatura.”

Deste modo, entende o PTP que a sua candidatura “visa sobretudo uma política de justiça social, onde os rendimentos dos mais pobres e da classe média sejam salvaguardados, com uma aplicação mais equitativa e racionalizada dos impostos dos Funchalenses, em favor das necessidades do Funchal. Não estamos de acordo com os gastos levianos do senhor Presidente da Câmara que numa só noite derreteu 50 mil euros, para o concerto das comemorações do 25 de Abril”, completa, num texto bastante crítico, como se pode ler, do candidato que o PTP apoiou nas eleições de 2013.

E conclui: “Apresentamos uma candidatura própria, para nos aproximarmos da concretização de um sonho - fazer da Madeira uma terra mais próspera, livre e solidária - começando pela cidade Funchal.”

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