Prémio Infante D. Henrique valoriza a educação não formal

31 Out 2018 / 12:09 H.

Duarte Pio de Bragança, chefe da Casa Real Portuguesa, o presidente da Câmara do Funchal, Paulo Cafôfo e a vereadora com o pelouro da Educação, Madalena Nunes entregaram, esta manhã, os Prémios Infante D. Henrique.

Na sala da Assembleia Municipal do Funchal estiveram jovens da APEL, Colégio Infante D. Henrique, Escola Secundária Francisco Franco, Escola de Enfermagem São José de Cluny e da CRIAMAR que concluíram os vários níveis de um prémio criado em moldes semelhantes ao Prémio Duque de Edimburgo.

Os participantes no programa têm de realizar acções de voluntariado, actividades desportivas e desenvolver talentos individuais. Como referiu Duarte de Bragança, só em voluntariado, o programa registou mais de 3.800 horas.

O Prémio Duque de Edimburgo, no qual está integrado o Prémio Infante D. Henrique, está presente em 140 países. Em Portugal, começou em 1988, por iniciativa da Casa Real e recebeu o reconhecimento internacional em 2015.

Duarte de Bragança destacou, na sua intervenção, a importância de “acrescentar mais valor aos currículos dos jovens”, através da “educação não formal” e o desenvolvimento de “valores fundamentais para a vida”, como a solidariedade. O programa tem registado um crescimento da procura em Portugal. “O mundo global é demasiado exigente e é importante que os jovens invistam na sua formação”, destacou.

Paulo Cafôfo começou por referir que “a Educação é responsabilidade de todos” e o Funchal, como “cidade educadora”, tem de assumir o seu papel. O Prémio Infante D. Henrique é, para o presidente da CMF, um exemplo de “educação não formal” que completa a educação formal das escolas.

“Vivemos num mundo de competição, mas eu sou mais a favor da cooperação”, afirmou o autarca que desafiou os jovens a procurarem deixar “a sua marca” positiva. “Num mundo cheio de ódios, vocês são a esperança”.

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