PPM e Juventude Monárquica preocupados com problema da violência doméstica em Portugal

12 Fev 2019 / 14:56 H.

João Noronha, vice-presidente nacional e coordenador da Madeira do PPM, diz que Portugal está a passar por momentos cada vez mais desprestigiantes devido à violência doméstica. Um problema que, no seu entender, é cada vez mais preocupante e, por isso, exige que os governos sensibilizem a população para este flagelo social.

“Também defendemos que a justiça deve ser justa e que condene efectivamente quem utiliza a prática que já levou, em apenas um mês deste ano, à morte de 10 pessoas, fora outras agressões que não temos conhecimento”, refere através de uma nota de imprensa.

Hugo Varanda presidente da Juventude Monárquica do PPM questiona: “que democracia é esta, onde os homens agridem as mulheres e para serem punidos tem de ter testemunhas da agressão?; Qual é o indivíduo que agride, espanca e mata uma mulher à frente de outra pessoa?; Estamos perante leis que favorecem os criminosos?; Qual a razão para que os vídeos de agressão, mensagens ou até mesmo fotos não podem ser avaliadas em tribunal?”.

Diz ainda que “a juventude pretende uma democracia onde as mulheres não sejam vítimas de maus tratos e onde o homem não esteja no centro da terra”. “Da mesma forma que alertamos para que os homens, apesar de menor percentagem, também não se sujeitem a agressões. Ninguém que agride deveria sair em liberdade. A Juventude Monárquica defende que as provas fotográficas, de áudio ou até mesmo de vídeo deveriam contar num tribunal”, concluiu.

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